Costuma-se dizer que os
adventistas falam pelos dois lados da boca. Entre si, zombam da
ignorância dos nossos pastores com o atrevimento de convidá-los
para participar de estudos para conhecerem melhor a sua doutrina,
naturalmente escondendo o que não convém. Já
pensou o tamanho da nossa ingenuidade? Promoverem seminários
para que os nossos pastores conheçam aquilo no que crêem
os adventistas? É o máximo do cinismo religioso. E
não é que há pastores que aceitam tais convites,
sentindo-se importantes por terem sido lembrados para entrar pela
boca do lobo disfarçado de ovelha (Mt 7.15), nem percebem
o engodo em que estão caindo? Mas o que falam à boca
pequena entre si quando estão sozinhos entre eles?
Publicam espalhafatosamente em seus periódicos, as "conversões"
de evangélicos às suas fileiras, os quais dão
os seus "testemunhos", dizendo que agora encontraram a
verdade (Revista Adventista de junho, julho e setembro 96). Aqui
em Santos tivemos um obreiro da Assembléia de Deus que se
casou com uma adventista e deu um testemunho segundo o qual, depois
de trinta anos como evangélico, encontrou a verdade. Ele
passou a congregar-se na Igreja Evangélica da Paz e mostrou
a carta endereçada à direção da Igreja
Adventista do Sétimo Dia renunciando o adventismo. Essas
notícias eles não publicam. Sim, como os evangélicos
vibram ao conquistar uma alma para Jesus, ao passo que os adventistas
se mostram eufóricos quando conseguem arrancar duma igreja
evangélica um crente fraco e mal informado. E afirmam que
é mais fácil ganhar um evangélico para o adventismo
do que empurrar um bêbado por uma ladeira abaixo. Isso é
um acinte.
Por outro lado da boca, demonstram amizade aos evangélicos
para se aproximarem deles e querem ser reconhecidos como evangélicos
com propósitos escusos. Tivemos no ICP conhecimento da maneira
como eles agem quando chegam a uma cidade e se entregam ao trabalho
de colportagem. O ex-adventista disse que batem nas portas das casas
até encontrarem alguém que se identifique como evangélico.
Fazem amizade como se fossem também evangélicos. São
convidados para entrar e em casa indagam da família visitada
o nome do pastor, o nome da esposa, dos filhos, a localização
da residência pastoral e informado, entra no seu trabalho
de proselitismo. Vão à casa do pastor citando o seu
nome, da esposa, dos filhos e revelam intimidade. Obtém dos
pastores o endereço das famílias da sua igreja e aí
partem para as visitas pessoais. Vendem sua literatura dizendo que
se trata de assuntos neutros e não doutrinários para
não serem elas recusadas. Vendem seus livros com preços
exorbitantes, à prestação, e quando se retiram
da cidade, entregam os endereços para os pastores adventistas
da cidade para continuarem o trabalho de proselitismo.
O LIVRO ESTUDANDO JUNTOS
O livro em epígrafe é um Manual de como agir com
relações a outros grupos religiosos, como se fosse
um trabalho de evangelização. Incluem entre seitas
e religiões também a forma como se devem apresentar
aos evangélicos. Na primeira parte do livro expõem
suas doutrinas peculiares. Na segunda parte Cristianismo Prático
e na terceira parte Compreendendo as igrejas. Declaram sobre a finalidade
do livro como uma ferramenta para ganhar almas.
Entre as almas que os adventistas querem ganhar estão membros
de religiões e seitas como também membros de igrejas
evangélicas. Por exemplo, na página 86 identificam-se
como adeptos de Ellen Gould White e declaram, "Os Adventistas
do Sétimo Dia acreditam que o genuíno dom de profecia
seria manifesta através das mensagens ou escritos de Ellen
G. White. Afirmam em seguida que "Os seus escritos de forma
alguma tomam o lugar da Bíblia. Eles são o cumprimento
de Apoc. 12.17, o qual declara que o dom de profecia se manifestaria
na igreja de Deus dos últimos dias. Os seus escritos passam
nos testes bíblico-críticos como sendo efetivamente
escritos de um profeta verdadeiro.". É verdade que Ellen
Gould White seja uma profetiza aprovada por Deus dentro dos requisitos
de Deuteronômio 18.20-22? Certamente que não e os adventistas
sabem disso. Entretanto, declaram que EGW tem autoridade divina
tanto quanto os escritores da Bíblia. Vejamos o que declaram
sobre a autoridade religiosa dela:
"CREMOS QUE: ... "Ellen White foi inspirada pelo Espírito
Santo, e seus escritos, o produto dessa inspiração,
têm aplicação para os adventistas do sétimo
dia."
"NEGAMOS QUE: A qualidade ou grau de inspiração
dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas
Escrituras Sagradas." (Revista Adventista, fev. 1984, p. 37)
(o grifo é nosso)
O que está dito pela IASD é muito grave. A autoridade
dos escritos de EGW, quanto à inspiração, é
igual a dos escritores da Bíblia. Podemos escolher entre
ler os escritos, por exemplo de Paulo, através de suas epístolas
numa das quais ele afirma: " Se alguém cuida ser profeta,
ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são
mandamentos do Senhor." (1 Co 14.37) ou ler os escritos de
EGW, acerca dos quais está escrito: "Embora os profetas
da antigüidade fôssem humanos, a mente divina e a vontade
de um Deus infalível, estão suficientemente representadas
na Bíblia. E o mesmo Deus fala por meio dos escritos do espírito
de profecia. Êstes livros inspirados, tais como O Desejado
de Tôdas as Nações, O Conflito dos Séculos
e Patriarcas e Profetas, são certamente revelações
divinas da verdade sobre as quais deveríamos depender completamente."
(Orientação Profética No Movimento Adventista,
p. 45) (o grifo é nosso). Depois de tantas loas lançadas
sobre EGW quanto à sua inspiração divina em
igualdade com os escritores da Bíblia, eles procuram diminuir
o impacto de suas declarações, citando o escrito dela:
" Pouca atenção tem sido dada à Bíblia,
e o Senhor nos deu uma luz menor, para guiar os homens e mulheres
a uma luz maior." (O Colportor Evangelista, p. 125)
Contraditoriamente afirma EGW: "Não carecemos da pálida
luz da verdade para tornar compreensíveis as Escrituras.
Semelhantemente poderíamos supor que o Sol do meio-dia necessitasse
da bruxuleante candeia da Terra para aumentar-lhe o fulgor."
(Testemunhos Seletos, vol. III, p. 236) Realmente quem possui o
sol do meio-dia precisaria de uma luz menor quando a plena luz ilumina
tudo? Quem ligaria o farol do seu carro ao meio dia? Seria loucura!
Fora isso, o escritor adventista Pr. Brizolar Jardim, no livro A
Sacudidura e os 144 Mil Selados, falou sobre "a luz menor"
que promana dos livros escritos por EGW: "Quem der um mergulho
profundo nas águas gostosas do Espírito de Profecia,
por certo emergirá trazendo na face o amargo aspecto da confusão.
Não que seus escritos sejam tremendamente confusos! Mas neles
também há coisas difíceis de entender. E por
que são difíceis? Porque a linguagem humana é
deficiente. Essa confusão parecerá maior quando tratarmos
da escatologia - uma das partes mais difíceis da teologia."
(página 176)
Falsamente, afirmam na página 128 sobre a Bíblia.
"Saliente que a Bíblia como Palavra de Deus é
a nossa única regra de fé." (o grifo é
nosso) Isso não é verdade. E como ficam os escritos
de EGW?
SINAL DA BESTA
Há um estudo nas páginas 76 e 77 com o título
"O sinal da besta" . Na p. 76 é usado o que por
mais de 100 anos eles vêm engabelando os evangélicos:
que o sinal da besta é a adoração a Deus no
domingo acrescentando que, quem impôs a guarda do domingo
foi o Papa, como a besta de Apocalipse 13.1 e que o número
da besta 666, localizado em Apocalipse 13.18, é encontrado
na soma dos valores das letras da seguinte expressão: VICARIUS=
112. FILII= 53. DEI= 501. = 112+ 53+501 = 666
Como brincadeira até que é divertido, mas uma igreja
que se ufana de estar na brecha contra ensinos errôneos e
faz um cálculo aleatório sobre uma frase que supostamente
usa o Papa para ensinar que o domingo foi imposto pelo Papa, não
passa de infantilidade. Basta ler (AP 1:10) "Eu fui arrebatado
no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim
uma grande voz, como de trombeta," A expressão "dia
do Senhor" refere-se ao primeiro dia da semana, dia da gloriosa
ressurreição de Jesus (MC 16:9) "E Jesus, tendo
ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu
primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios."(SL
118:24) "Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos,
e alegremo-nos nele."
FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO
Quem ainda não ouviu esse adágio popular? Observe
o que acontece se formos aleatoriamente usar a expressão
citada pelos adventistas para chegar ao número 666 de Ap
13.18
ELLEN GOULD WHITE
50+50+ 5+50+500+5+5+1 = 666
100 + 555+ 11 = 666
Quem ler o livro O GRANDE CONFLITO atribuído
a EGW notará doutrinas de demônios (1 Tm 4.1) ao ensinar:
a) natureza pecaminosa humana de Jesus;
b) um Jesus diferente sendo o arcanjo Miguel;
c) a obra de redenção não foi concluída
por Jesus na cruz e que hoje exerce a função de juiz
e não de intercessor. (1 Tm 2.5; 1 Jo 2.1,2). Ao contrário,
está fazendo a obra de Juízo Investigativo para saber
quem tem direito aos benefícios da morte de Jesus e
d) a redenção compartilhada: parte realizada por Jesus,
representando o bode expiatório de Levítico 16.1-10
e parte realizado por Satanás, representando o bode emissário
sobre o qual cairão os pecados dos adventistas e que só
se livrarão deles quando Satanás for aniquilado, o
que contraria Isaias 53.4-11; 1 Pedro 2.24; João 1.29; Apocalipse
20.10. Este último versículo declara que Satanás
não será aniquilado mas atormentado no lago de fogo
para todo o sempre. Nem o catolicismo ensina tão absurdas
heresias de perdição.
EVANGELIZAR A QUEM?
Observemos a astúcia dos adventistas ao se aproximarem dos
evangélicos. Diz ainda o livro ESTUDANDO JUNTOS
na página 124 - COMO ENTRAR COM OS BATISTAS:
"Ao se aproximar-se de seu amigos batistas, aborde aqueles
pontos que temos em comum. Não entre imediatamente numa discussão
acerca do sábado, mas fale sobre Jesus..." "Evite
entrar em controvérsia a todo o custo. Você pode ganhar
a discussão mas perder um amigo. Procure estabelecer uma
relação, desenvolvendo uma amizade baseada num amor
comum por Jesus. Ore com e a favor de seu amigo batista. Passe algum
tempo partilhando com ele a sua experiência pessoal com Jesus.
Agradeçam, juntos, a Deus por aquilo que Ele está
realizando na vida de ambos. Quando o amor de Jesus dominar seus
corações, no momento certo,sob a direção
do Espírito Santo, então poderá explicar-lhe
as verdades próprias dos Adventistas do Sétimo Dia."
(o grifo é nosso) Observe bem que eles não se dirigem
aos batistas chamando-os de irmãos mas de "amigos"
enquanto isso lutam para serem reconhecidos evangélicos.
Duas caras. E isso se estende das páginas 126 a 128 com o
título IGREJAS DA BÍBLIA NÃO DENOMINACIONAIS.
Com esse título se dirigem aos que não estão
situados dentro das igrejas evangélicas tradicionais. Explicam
como "evangelizar" as demais igrejas evangélicas.
Notou a forma sutil de agir deles? É exatamente como a forma
de proceder do lobo vestido de ovelha indicada em Mateus 7.15 "Acautelai-vos,
porém, dos falsos profetas, que vêm até vós
vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores."
Não esqueça o conselho que a profetiza Ellen Gould
White deixou para eles e que ainda hoje vem sendo obedecido de modo
capcioso:
"Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus
quer que eles se salvem. Nossos ministros devem buscar aproximar-se
dos ministros de outras denominações" (Testemunhos
Seletos, Volume II, 2ª edição de 1956, página
386). (o grifo é nosso). O adventismo do sétimo dia
não é evangélico: são discípulos
de Ellen Gould White.
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