O escritor do livro de
Eclesiastes declara que não existe nada de novo debaixo do
sol. “O que foi, isso é o que há de ser; e o
que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo
debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê,
isto é novo? Já foi nos séculos passados, que
foram antes de nós.” (Ec 1.9-10).
É que doutrinas já condenadas no passado como heréticas
estão ressurgindo em certas igrejas declaradas evangélicas,
como revelações dadas por Deus para os nossos dias.
É o caso do ressurgimento do marcionismo. É um outro
evangelho de que fala Paulo em Gl 1.8-9, o Evangelho de Márcion,
que era uma forma modificada do evangelho de Lucas, adaptada à
doutrina marcionista, com o corte do que ele não aceitava
e a adição do que ele bem quis.
MÁRCION DE SINOPE
Não se sabe a data de seu nascimento, embora seja sabido
que ele faleceu em cerca de 165 A D. Nasceu ele em Sinope, no Ponto,
Ásia Menor. Foi um influente mestre cristão que fundou
uma escola gnóstica, que rivalizava com o cristianismo. Foi
excluído em 144 A D. Seu movimento, no Ocidente, desapareceu
cerca do século IV A D. Mas no Oriente, persistiu até
o século VII A D.
Dentre outras, algumas das idéias heréticas pregadas
por Márcion e hoje pregadas como novas revelações
são:
a) Marcion rejeitava o Antigo Testamento como se o mesmo tivesse
sido produzido pelo demiurgo, um deus justo e iracundo, que pôs
o seu povo sob o império da lei. Esse demiurgo sob hipótese
alguma seria o poder divino mais alto, mas seria apenas o Deus do
Antigo Testamento; e este mundo, como sua criação,
naturalmente tinha seus problemas, porquanto não fora criado
pelo poder divino maior. O Deus do Antigo Testamento, segundo Márcion,
precisa ser distinguido do Deus mais alto e Desconhecido da revelação
neotestamentária.
b) O Deus mais alto do Novo Testamento, observando a miséria
humana, enviou seu Filho a fim de redimir a raça humana.
Mas o demiurgo, o Deus do Antigo Testamento, irado, cuidou para
que Cristo fosse crucificado.
c) Paulo seria o único verdadeiro apóstolo de Cristo;
e sobre Paulo repousa toda a autoridade escriturística. Paulo
pregou o verdadeiro evangelho, fazendo contraste com a versão
judaizante dos outros, pseudo-apóstolos. Márcion,
autonomeou-se representante de Paulo, para levar avante a sua obra.
d) Márcion pregava que a salvação vem mediante
a renúncia quanto ao demiurgo e seu tipo de mensagem, contida
na ira e na lei mosaica. O Deus bom, do Novo testamento, agiu de
modo inteiramente diferente. Ele opera através da graça,
por meio de seu Filho. A vida cristã sincera é melhor
cumprida quando o indivíduo segue o ascetismo. É recomendável
não só que o homem evite a sensualidade, mas também
que evite o casamento, que inevitavelmente é corruptor.
e) O cânon marcionista consistia em dez epístolas
paulinas e em uma forma modificada do evangelho de Lucas. Nesse
evangelho, Cristo simplesmente teria aparecido, e não nascido.
De fato, esse foi o mais primitivo cânon cristão do
Novo Testamento.
f) O batismo pelos mortos foi praticado pela primeira vez entre
os marcionitas. .(p. 119-121)
Limitando-nos a apreciar seu ensino sobre a Divindade, observamos
que Márcion acreditava na existência de dois Deuses.
Um deles chamado de O Deus do Antigo Testamento e que precisava
ser distinguido do Deus mais alto e Desconhecido da revelação
neotestamentária. O Deus do Antigo Testamento é “um
deus justo e iracundo”, que, “irado”, cuidou para
que Cristo fosse crucificado...
O DEUS IRADO DO ANTIGO TESTAMENTO
Esse ensino de Márcion é hoje repetido entre os Espíritas.
O codificador do Espiritismo conhecido pelo pseudônimo de
Allan Kardec assim escreve:
“A parte mais importante da Revelação do Cristo,
por ser a fonte primitiva, a pedra angular de toda a sua doutrina
é o ponto de vista inteiramente novo sob o qual ele faz encarar
a Divindade. Não é mais o Deus terrível, ciumento,
vingativo, de Moisés; o deus cruel e implacável, que
rega a Terra com o sangue humano, que ordena a tortura e o extermínio
dos povos, sem excetuar as mulheres, as crianças e os velhos,
e que castiga aqueles que poupam as vítimas; o Deus que Jesus
nos revela não é mais o deus injusto, que pune um
povo inteiro pela falta do seu chefe, que se vinga do culpado na
pessoa do inocente, que fere os filhos pelas faltas dos pais; mas
um Deus clemente, soberanamente justo e bom, cheio de mansidão
e misericórdia, que perdoa ao pecador arrependido e dá
a cada um segundo as suas obras; não é mais o Deus
de um povo privilegiado, o Deus dos Exércitos, presidindo
aos combates para sustentar a sua própria causa contra o
Deus dos outros povos; mas o Pai Comum do Gênero humano, que
estende a Sua proteção por sobre todos os Seus filhos
e os chama todos a Si...”... “Mas era possível
amar o Deus de Moisés? Não; só se podia temê-lo.”(A
Gêneses, p. 908, ALLAN KARDEC Obras Completas, 2ª edição,
1985, Opus Editora Ltda.)
O Espiritismo de Kardec se coloca na mesma posição
de Márcion quanto à existência de dois Deuses:
Um dos Deuses é o “Deus terrível, ciumento,
vingativo, de Moisés”; “o deus cruel e implacável”,
que rega a Terra com o sangue humano, que ordena a tortura e o extermínio
dos povos, sem excetuar as mulheres, as crianças e os velhos,
e que castiga aqueles que poupam as vítimas...” Esse
“Deus de Moisés” jamais era possível amar,
pois só podia ser temido.
Já o Deus que Jesus revela “não é mais
o deus injusto”. É sim “o Pai Comum do Gênero
humano”, que estende a Sua proteção por sobre
todos os Seus filhos e os chama todos a Si...”
Essas duas representações de Deus são incompatíveis.
O caráter de Deus revelado na Bíblia é coerente
do princípio ao fim. O Antigo Testamento não descreve
um deus injusto, terrível, iracundo que tem prazer de destruir
o seu povo. O Novo Testamento também não apresenta
um Deus de amor que se recusa a julgar o pecado. O livro de Hebreus
10.31 declara, “Horrenda coisa é cair nas mãos
dos Deus vivo.” Quando lemos o livro de Mateus, vamos encontrar
o Senhor Jesus se dirigindo aos fariseus e doutores da lei de modo
severo, “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis
da condenação do inferno.” (Mt 23.33) Paulo
escreveu aos tessalonicenses, declarando: “E a vós,
que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor
Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, Como labareda
de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus
e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus
Cristo; Os quais por castigo, padecerão eterna perdição,
ante a face do Senhor e a glória do seu poder. (2 Ts 1.7-9)
Tanto o Antigo Testamento como o Novo Testamento fazem uma descrição
coerente de Deus. Seu amor e compaixão, bem como seu julgamento,
podem ser encontrados no Antigo Testamento, enquanto que o julgamento
do pecado, a compaixão de Deus e o seu amor são claramente
evidenciados no Novo Testamento. (103 Perguntas que as pessoas mais
fazem sobre Deus, p.117-118, 5ª edição, Juerp)
JEOVÁ FALSO DEUS?
Seguindo na mesma linha de Márcion, eis que surge um livro
controvertido que tem escandalizado os meios evangélicos
brasileiros. Trata-se do livro com o título JEOVÁ
FALSO DEUS? Não é uma afirmação, certamente.
Mas, lendo-o, ficamos espantados com a arrogância dos escritores
desse livro em responder à pergunta do título do livro
com uma enfática afirmação de que realmente
existem dois Deuses: o Deus do Antigo Testamento, identificado como
um deus falso e cruel com o nome de Jeová e o Deus do Novo
Testamento, este conhecido como o Pai de Jesus. Vamos considerar,
em primeiro lugar, as declarações do autor ou autores
anônimos do citado livro, embora se leia na sua contra-capa,
o seguinte: “Durante 40 anos de leituras, pesquisas e debates
fomos estudando cada trecho das Sagradas Escrituras, o que resultou
neste livro que escrevemos sob o título, JEOVÁ, FALSO
DEUS?”... “Este livro é o resultado de uma minuciosa
e demorada pesquisa dos textos bíblicos do Velho e Novo Testamento.
Pesquisa esta, feita por estudiosos associados à ABIP, e
fornecida à Editora Códice para publicação.”
O NOME JEOVÁ
A única coisa que os escritores do livro JEOVÁ, FALSO
DEUS? não se importaram de descobrir é se tinha procedência
ou não a pronúncia do nome de Deus. Se a pronúncia
Jeová era correta ou não. Todos sabemos que o Antigo
Testamento foi escrito em hebraico e o que um dos nomes de Deus
era indicado pelas letras consonantais JHVH. Como o alfabeto hebraico
não tinha vogais, a pronúncia do tetragrama se perdeu
com o tempo. Hoje, ninguém sabe qual a correta pronúncia
correta de um dos nome de Deus. Com isso, um dos nomes de Deus pode
ser pronunciado Jeová, Javé, Iavé.
DECLARAÇÕES COMPROMETORAS DO LIVRO
Conhecemos as Testemunhas de Jeová que tratam o Senhor Jesus
como um segundo deus, inferior ao seu Pai cujo nome, para elas,
é Jeová. Dizem as Testemunhas de Jeová que
esse nome aparece quase sete mil vezes nas Escrituras Hebraicas
ou no nosso Antigo Testamento: “6.827 o tetragrama foi vertido
para Jeová; 146 vezes de restabelecimentos adicionais, num
total de 6.973 vezes”. Tanta preocupação tem
as Testemunhas de Jeová com esse nome, que passaram para
as Escrituras Gregas nada menos do 237 vezes o nome Jeová
na Tradução do Novo Mundo. Isto onde aparecem as palavras
gregas Kurios e Theos relacionadas com o texto do Antigo Testamento
e neste aparece o tetragrama JHVH. Esse grupo religioso, no propósito
de rebaixar o Senhor Jesus Cristo, interpreta que os nomes Apolion
e Abadon, citados em Ap 9.11, identificado como o anjo do abismo,
que corretamente é aplicado a Satanás, é interpretado
pelas Testemunhas de Jeová como sendo o Senhor Jesus.
Isso é encontrado no livro REVELAÇÃO, Seu
Grandioso Climax Está Próximo!, p.148 (STV), “Jesus,
como ‘anjo do abismo’ e ‘Destruidor’, deveras
soltara um aí atormentador sobre a cristandade.”
Identificamos esse anjo do abismo como Satanás e não
como Cristo, porque Apolion ou Abadon significa destruidor, o que
veio para matar, roubar e destruir, enquanto o Senhor Jesus Cristo
veio para dar vida e vida com abundância (Jo 10.10). Jesus
veio para desfazer as obras do Diabo (1 Jo 3.8-10). Além
disso em Ap 9.1 declara “vi uma estrela que do céu
caiu na terra...” e essa estrela que caiu do céu foi
Lúcifer (Is 14.12-14; Ez 28.14-16).
Pois o livro JEOVÁ, FALSO DEUS? identifica Apolion ou Abadon
como sendo Jeová do Antigo Testamento.
Assim está escrito no livro JEOVÁ, FALSO DEUS? nas
p. 96-97:
“O Apóstolo João conta que uma estrela caiu
do céu na terra e foi-lhe dada a chave do poço do
abismo. Aberto esse poço do abismo, subiu fumo, como de uma
grande fornalha, de tal maneira que escureceu o ar e o sol. Do fumo
vieram gafanhotos atormentadores cujo poder era como o dos escorpiões
para atormentar os homens de tal forma que eles buscam a morte.
Esses gafanhotos tinham coroas nas cabeças e rostos como
de homens, e cabelos como mulheres, e tinham poder para atormentar
os homens por cinco meses. O pior de tudo é que tinham sobre
si um Rei, cujo nome é Abadom, em hebraico, e em grego Apoliom,
que se traduz por perdição. Pois é fantástico
e inconcebível que Jeová se declare Rei neste abismo
de perdição. O que complica a mente de quem estuda
as Escrituras é o fato de Jeová proclamar-se Deus
e reinar sobre uma terra assolada pelo diabo. Jesus afirma que o
Pai só vai reinar após o Juízo final...”
... “Entendamos que o Pai não é Jeová.”
Inadmissível alguém interpretar, irreverentemente,
que Jeová seja o Rei desse lugar abismal, cujo nome é
Abadom, em hebraico, e em grego Apoliom. Quando lemos tais declarações
nos lembramos da expressão que aparece em Ap 16.11, “blasfemaram
do Deus do céu”. Tão inominável que só
poderia ser desculpada admitindo-se ignorância de quem assim
escreveu.
E, depois, prossegue o livro na página 99, “E o escritor
aos Hebreus nos alerta dizendo que nós, os cristãos,
nada temos a ver com aquele negócio de Jeová.”
Perguntamos: como pode alguém pessoalmente chegar a essa
conclusão e atribuir que nós cristãos também
pensamos do mesmo modo e nada temos ‘com aquele negócio
de Jeová’ lendo o sublime livro de Hebreus? Declaração
leviana e sem fundamento bíblico.
Na verdade, lendo o livro de Hebreus vamos encontrar declarações
constantes do Antigo Testamento atribuídas a Jeová,
como sendo o mesmo Deus revelado no Novo Testamento. Algumas dessas
referências do livro de Hebreus são transferidas pelos
escritores do Novo Testamento para o Senhor Jesus Cristo, identificando-os
como o mesmo Deus Jeová.
1º Exemplo:
Logo no começo do livro lemos uma citação (
Hb1.5) que é uma repetição do Sl 2.7 “Proclamarei
o decreto: o SENHOR (JHVH) me disse: Tu és meu Filho, eu
hoje te gerei.” No livro de Salmos o que fala do seu Filho,
“eu hoje de te gerei” é identificado como Jeová
pois no texto aparece o tetragrama onde em nossas Bíblias
aparece SENHOR. E ele é o Pai de Jesus Cristo.
2. Exemplo:
No livro de Hebreus (1.6) lemos “E outra vez, quando introduz
no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.”
Este texto é uma citação de Sl 97.7, que declara,
“Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura,
que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos
os deuses.” Aqui a adoração se aplica a Jeová
Deus, como declara o v. 1, “O SENHOR (JHVH) reina; regozije-se
a terra; alegrem-se as muitas ilhas.” Lá, em Hb 1.6
essa adoração é aplicada a Jesus. O Pai de
Jesus é Jeová, ambos merecem adoração
pelos seres angelicais.
3º Exemplo:
De novo no livro de Hebreus (1.8) lemos “Mas, do Filho, diz:
Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos;
Cetro de equidade é o cetro do teu reino. Este texto é
uma citação do Sl 45.6, que diz , “O teu trono,
ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu
reino é um cetro de equidade.” Esse texto é
aplicado a Jesus no livro de Hebreus: v. 8) O Deus Jeová
do Antigo Testamento chama o seu Filho Jesus, de “Ó
Deus”! O Pai de Jesus é Jeová, o mesmo Deus,
porém pessoas distintas, “... e o Verbo estava com
Deus.”(Jo 1.1) “Eu e o Pai somos um.”(Jo 10.30-33)
4º Exemplo:
“Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra. E os céus
são obra de tuas mãos. Eles perecerão, mas
tu permanecerás; E todos eles, como roupa, envelhecerão,
E como um manto os enrolarás, e serão mudados. Mas
tu és o mesmo, E os teus anos não se acabarão.
(Hb 1.10-12). Essas palavras são uma citação
do Sl 102.25-27, que reza “Desde a antigüidade fundaste
a terra, e os céus são obra das tuas mãos.
Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se
envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás,
e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os
teus anos nunca terão fim.” A criação
do mundo é atribuída a Deus Jeová no Salmo
indicado e aplicada a Jesus como o criador do mundo em que habitamos
(Jo 1.3). A imutabilidade de Deus Jeová no Antigo Testamento
(Ml 3.6) é aplicada a Jesus (Hb 13.8). Trata-se do mesmo
Deus, embora pessoas distintas.
5º Exemplo:
“Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o
Senhor, e não se arrependerá; tu és sacerdote
eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hb 7.21)
É uma citação do livro de Salmos 110.4, que
diz: “Jurou o SENHOR (JHVH), e não se arrependerá:
tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.”
O SENHOR que jurou neste Salmo é Deus Jeová que indica
seu Filho Jesus como sacerdote eternamente na ordem de Melquisedeque.
Perguntamos: então não é ele o Pai de Jesus?
Trata-se, pois, do mesmo Deus, embora pessoas distintas.
Como afirmar então que “nós, os cristãos,
nada temos a ver com aquele negócio de Jeová.”?
EXEMPLOS FORA DO LIVRO DE HEBREUS
Como pode Deus Jeová ser um falso Deus se Jesus ensinou
que o maior de todos os mandamentos é ama-lo, “Amarás
o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda
a tua alma, e de todo o teu pensamento.”(Mt 22.37)
Ele cita o texto de Deuteronômio 6.4-5, “Ouve, Israel,
o SENHOR (JHVH) , nosso Deus é o único SENHOR(Jeová).
Amarás, pois, o SENHOR (JHVH) teu Deus de todo teu coração,
e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” Como
admitir que Jesus ensinasse amar um deus falso chamado Jeová?
2. exemplo:
“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR
(JHVH) ; endireitai no ermo vereda a nosso Deus.”(Is 40.3)
Esse texto foi citado por João Batista quando apresentou
Jesus ao público e o aplicou a ele, dizendo: “Porque
este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse:
Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai
as suas veredas.”(Mt 3.3) Jesus era apresentado como Deus
Jeová.
Há uma infinidade de textos referentes a Deus Jeová
no Antigo testamento e aplicados a Jesus no Novo Testamento, mostrando
claramente que o Pai de Jesus não é outro senão
o Deus Jeová do Antigo Testamento.
3º Exemplo:
“Anunciai, e chegai-vos, e tomai conselho todos juntos; quem
fez ouvir isto desde a antigüidade? Porventura não sou
eu, o SENHOR (Tetragrama JHVH)? Pois não há outro
Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há
além de mim. Olhai para mim, e sereis salvos, vós,
todos os termos da terra; porque eu sou Deus e não há
outro. Por mim mesmo tenho jurado, já saiu da minha boca
a palavra justiça, e não tornará atrás;
que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará
toda a língua.” (Is 45.21-23) Nada menos do que o apóstolo
Paulo aplicou esse texto de Is 45.21-23 ao Senhor Jesus. Declara
Paulo, “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente
e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome
de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus,
e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse
que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
(Fp 2.9-11)
É um absurdo dos maiores que pode até ser comparado
a uma blasfêmia. Por que atribuir aos cristãos esse
posição descabida?
CARACTERÍSTICAS ATRIBUÍDAS A JEOVÁ
Da forma como ninguém que fala pelo Espírito de Deus
pode afirmar “Jesus é anátema”, também
ninguém que fala pelo Espírito de Deus pode afirmar
que “Jeová é anátema” pois o Deus
Jeová do Antigo Testamento é o mesmo Deus Jesus do
Novo Testamento
Entendemos, pois, que os escritores do livro JEOVA, FALSO DEUS?
não estavam guiados pelo Espírito Santo quando escreveram
esse livro. Declaram, “concluímos que Jeová
também não é Jesus...”(p. 60)
É de se levar em conta ainda que atribuições
verdadeiramente blasfemas foram dirigidas ao Deus do Antigo Testamento,
como passamos a expor:
DECLARAÇÕES BLASFEMAS
1. “A serpente não aparece no capítulo 1, o
que dá a entender que, da união entre Jeová
e Elohim, surgiu a serpente.” (p. 28)
NOTA: Jeová e Elohim são dois nomes do mesmo Deus
que é ainda conhecido por outros nomes como, El Shaday, Adonay,
El Eliom, El Olam. Entretanto, para os escritores desse livro JEOVÁ
FALSO DEUS? esses nomes são atribuídos a outras divindades.
2. “No Velho Testamento, à primeira vista, em hebraico,
parece haver muito deuses, cujos nomes, são: Elohim, El Shaday,
Adonay, El Eliom e Jeová.” (p. 103)
NOTA: É decepcionante alguém alegar que possui quarenta
anos de estudo da Bíblia e afirmar que existem muitos deuses
e dar a esses supostos deuses, nomes que pertencem exclusivamente
ao Deus verdadeiro. Esses deuses são falsos poios só
são deuses nas mentes dos seus adoradores. Para nós
existe um só Deus, Todavia para nós há um só
deus, o Pai; de quem é tudo e para quem nós vivemos;
e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas
as coisas, e nós por ele.”(1 Co 8.6) Os três
nomes básicos de Deus Antigo Testamento hebraico são
Elohim, Adonai e Jeová, sendo duvidosa a pronúncia
Jeová, onde aparece o tetragrama JHVH.”
JEOVÁ DEUS É CHAMADO PAI
É inadmissível que alguém pesquise a Bíblia
por anos e anos e desconheça que Jeová Deus é
chamado de Pai no Antigo Testamento. Só podemos desculpar
isso por admitir ter sido feita uma pesquisa superficial.
1. “Cantai a Deus... pois o seu nome é SENHOR (JHVH),
E EXULTAI DIANTE DELE. Pai de órfãos e juiz das viúvas
é Deus, no seu lugar santo.”(Sl 68.5)
“Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu
Deus, e a rocha da minha salvação.”(Sl 89.26)
2. “Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o
SENHOR (JHVH) se compadece daqueles que o temem.”(Sl 103.13)
3. “Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não
nos conhece; ainda que Abraão não nos conhece, e Israel
não nos reconhece; tu, ó SENHOR (JHVH) és nosso
Pai; nosso Redentor desde a antigüidade é o teu nome.”(
Is 63.16)
4. “Ao menos desde agora não chamarás por mim,
dizendo: Pai meu, tu és o guia da minha mocidade?”(Jr
3.4)
5. “Porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu
primogênito. (Jr 31.9) É interessante observar que
este texto é citado por Paulo em 2 Co 6.18, “E eu serei
para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas,
Diz o senhor Todo-Poderoso.”
Como aceitar essa interpretação tão desastrosa
de que Jeová Deus seja um deus diferente do Pai de Jesus,
se ele é também chamado de Pai no Antigo Testamento?
Será, repetimos, que os escritores do JEOVÁ, FALSO
DEUS? não tiveram tempo de consultar uma concordância
bíblica antes de escreverem esse livro? Como ousar afirmar,
1. “Nas nossas pesquisas, ao confrontar Jeová com
o Pai de Jesus Cristo, encontramos algumas discrepâncias gritantes,
revelando que são pessoas diferentes.”(p. 73)?
2. “Jesus é exatamente o que o Pai é; os dois
são completamente diferentes de Jeová, e iguais entre
si.”(p. 63)
CITAÇÕES BLASFEMAS
1. “ Se Jeová é o autor das duas medidas de
perfeição, então é mentiroso...”(p.
73)
NOTA: Jesus identificou o Diabo como o pai da mentira (Jo 8.44).
Deus Jeová é apontado como o Deus da verdade, “Nas
tuas mãos encomendo o meu espírito; tu me redimiste,
SENHOR (JHVH) Deus da verdade.”(Sl 31.5). Só repetindo
o que disse o profeta Isaías de tais pessoas que blasfemam
de Deus, chamando-o de “mentiroso” quando declara, “Ai
dos que são sábios a seus próprios olhos, e
prudentes diante de si mesmos.”(Is 5.21) Naturalmente estamos
nos referindo à sabedoria de que fala Tiago, ... terrena,
animal e diabólica.”(3.15)
2. “Jeová estréia no cenário da criação
como Deus das maldições.” (p. 29)
3. “Muitos cristãos misturam as trevas de Jeová
com a luz de Cristo, isto é, o joio com o trigo.” (p.
41)
4. “Jeremias, nas suas lamentações, acusa Jeová
de ser um deus cruel, pois um verdadeiro Deus jamais se torna inimigo
dos homens, especialmente de seus filhos, e jamais lança
maldições.”(p. 55)
5. “Jesus declara que aqueles que aborrecem os inimigos são
filhos de Jeová.”( (p. 55)
6. “Quando Jesus manda orar dizendo: ‘Não nos
deixes entrar em tentação, ou cair em tentação.
Mas livra-nos do mal’, pode ser entendido assim: não
nos deixes cair na mão de Jeová ou na mão do
diabo, porque os dois são tentadores. E quando: livra-nos
do mal, também deve dizer: Livra-nos do mal do diabo e do
mal de Jeová...” (p. 58)
7. “O que se pode esperar de um deus cuja lei manda apedrejar
um homem sem lhe dar chance de arrependimento? Muitos crêem
que Jeová é o Pai, e por causa do nascimento do Filho
unigênito, ficou maravilhosamente bonzinho. Se aconteceu esse
milagre, que revela que deus sofre mutações, por que
então permitiu no Novo Testamento que os seguidores da lei
mosaica apedrejassem Estêvão? Isto prova que Ele não
mudou, pois quando era mau, endureceu o coração de
Faraó e seu povo, e, quando ficou bom, por que não
amoleceu o coração dos anciãos e escribas para
não matarem Estêvão? Estêvão foi
apedrejado pelos servos de Jeová.”(p. 62)
8. “Se um pai mau é incapaz de um comportamento cruel
com o filho, que se pode dizer de um deus que age pior que o homem
mau? Só mesmo se estiver interessado em macular o nome do
Pai Celestial.”(p.62)
9. “Se são dois os caminhos, o de Jeová e o
de Cristo, largo é a lei de Jeová, que conduz à
perdição, que é o caminho da morte e da perdição.
É arrepiar os cabelos. Jeová mesmo declara que deu
estatutos maus.” ... “Um é a lei de Jeová
e outro, a graça de Jesus Cristo. 10. Jesus nada tem a ver
com Jeová, mas veio do Pai para resgatar de Jeová
e de suas maldições.”(p. 65)
11. “A casa edificada sobre a areia é a de Jeová.”(p.68)
13. “Se Jeová é o Pai, fica configurada a mentira
de Jesus e de seus discípulos. Como esclarecer a questão?
Jesus sempre teve uma só palavra. A do amor. Jeová
sempre teve duas palavras.”(p. 76)
14. “Dá para acreditar num Deus que tem duas palavras?”
(p. 77)
NOTA: Jesus declarou ao contrário acerca de Deus Jeová,
“A tua palavra é a verdade.”(Jo 17.17) “Porque,
quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha
outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo..., mostrando “...a
imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa...”(Hb
6.13,16)
15. “Vamos configurar o Reino dos mortos de Jeová,
que é também o império de Satanás...”(p.
81)
16. “Tanto Jeová quanto Satanás fazem parte
do mesmo reino das trevas. E quando Deus liberta os homens das potestades
das trevas, transportando-os para o Reino do Filho do seu amor,
está libertando não só do diabo, mas também
de Jeová.”(p. 83)
NOTA: Tiago aconselha a chegar-nos a Deus, “Sujeitai-vos,
pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.
Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.”(Tg
4.7-8) Os escritores do livro JEOVÁ, FALSO DEUS? aconselham
a libertar-nos não só do diabo, mas também
de Jeová. Como ensinam diferente da Bíblia esses escritores
desse livro!
17. “Este diálogo entre Jeová Elohim e a serpente
revela que não são a mesma pessoa. Assim, temos de
maneira clara, três pessoas distintas neste texto (Gn 3.14,15):
Jeová, a serpente e Elohim, pois Jeová afirma que
é superior a Elohim...” ... “Estes três
personagens estão ligados à desgraça e à
condenação de Adão e de seus descendentes.
Há entretanto um detalhe a ser observado neste quadro: a
serpente enganadora é Satanás, ou o diabo, ou dragão,
segundo a Bíblia.”(p. 84)
18. “O detalhe interessante é que, para a serpente,
o homem e Jeová são iguais, pois tentou a ambos, e
ambos caíram nas suas malhas. No livro de Jó, tentado
não foi o homem, mas sim Jeová, que enganado pela
serpente, feriu a Jó duas vezes, na expectativa de que, sendo
ferido, blasfemaria diante da face de Jeová, o que não
aconteceu. Foi enganado, porque Jó não blasfemou e
as desgraças foram inúteis. Pode um Deus verdadeiro
ser enganado pelo diabo? Pode um Deus bom ser manipulado pelo diabo
e submeter seus servos fiéis à suplícios atrozes
sem razão?”(p. 84)
19. “Pode um Deus real ser tentado pelo mal, se está
escrito que não pode?” ... Ou Deus se contradiz, ou
Jeová e o Pai de Jesus Cristo não são a mesma
pessoa.”(p. 84-85)
20. “... Jeová ensinava a pecar, pois o justo, vendo
o ímpio agradar a Jeová com o cheiro suave da gordura
das cabras, acabava seguindo o caminho do ímpio para não
sair sempre perdendo.” (p. 88)
21. “Quando os filhos de Deus vieram apresentar-se perante
Jeová, Satã estava entre eles para os cirandar. Quem
colocou Satanás entre os filhos de Deus? Foi Jeová;
o criador do mal.”(p. 88)
22. “Jeová afirma que criou o bem e o mal, a luz e
as trevas.” (p. 89)
23. “Quem pode se fiar nos profetas que são enganados
por Jeová? Jeová se faz de enganador? Um falso médico
é enganador, um falso pastor é enganador e um falso
Deus é enganador. Jeová é Deus, o Deus de Israel
como diz Paulo; como pode ser enganador?”(p. 90)
24. “Em hebraico, a palavra usada para estes anjos é
ELOHIM. Em Deut. 10.17, lemos que Jeová é o Elohim
dos Elohins, isto é, Deus dos deuses ou Anjo dos Anjos. Ora,
os anjos têm corpos, e três deles estiveram com Abraão.”
... E o profeta Oséias declara que esse anjo é Jeová;
logo Jeová é anjo.”(p. 90)
25. “Oséias diz que esse Elohim é Jeová:
se Jeová tem corpo como os anjos, é anjo, e Deus não
tem corpo, logo, Deus, o Pai de Jesus, não é Jeová.
E também o Deus Pai é Espírito e é invisível.”(p.
91)
26. “O que acabamos de provar é que Jeová se
revelou como Deus, mas não é Deus pois deus não
dá testemunho de si mesmo.”... “Todos os que
olham para Jeová pensar ver Deus nas suas palavras, mas vêem
o adversário nas suas obras.”
27. “Se Jeová, sendo anjo, se apresenta como Deus,
então quem é? Se o diabo é o pai da mentira,
como diz Jesus em Jo 8.44, porque foi Jeová que pôs
o espírito da mentira na boca dos falsos profetas? Se no
mesmo texto de João, Jesus afirma que o diabo é o
homicida, por que Jeová era o matador do Velho Testamento?
Matar pecadores é fazer justiça, mas matar inocentes
é homicídio em massa.”(p. 91)
28. “Porque me chamas bom? Bom, só há um, o
Pai que está no céu.”(Mat. 19.16,17) O Pai,
sendo melhor que Jesus, jamais atormentaria a Saul com espírito
mau. (p. 93)
NOTA: É bom observar que foi trocada a palavra Deus para
o Pai que está no céu... Por que? Se Jesus declara
que Deus, sim, o Deus do Antigo Testamento é bom, como ficaria
todo o arrazoado de que ele é mau sustentado pelo livro em
tela? Assim, fez-se uma substituição da palavra Deus
para o Pai para que esse ensino fosse mantido e essa alteração
não fosse percebida. Outra troca da palavra Deus para Pai,
no sentido de apontar que este não é o Deus Jeová
do Antigo Testamento está na p’. 127, onde se lê:
“Também Paulo nos revela que o Pai prova o seu amor
para conosco, pois Cristo morreu por nós, mesmo nós
sendo pecadores.” No texto se lê que ‘Deus prova
o seu amor’ e não ‘o Pai prova o seu amor...”
29. “Tudo o que Satanás pediu a Jeová não
lhe foi negado. Concluímos que quem entregou os Reinos desta
mundo ao diabo foi o próprio Jeová.” (p. 94)
“Os demônios não são anjos caídos.
Assim como o diabo, foram criados perversos.” (p., 95)
NOTA: A serpente foi criada por Deus como todas as demais criaturas
e foi usada pelo diabo para tentar Eva e Adão. O diabo, cujo
nome primitivo era Lúcifer (Luzeiro), não permaneceu
na verdade tendo sido criado perfeito (Gn 1.31) Manifestou orgulho
quando pretendeu ser igual a Deus e foi lançado por terra.
(Is 14.12-14; Ez 28.14-16).
30. “Entendamos que o Pai não é Jeová.
Mas, então, quem é na realidade Jeová? ...
Jeová é Deus, Pai, ou anjo? Para Lucas é anjo.”
... Paulo diz que os anjos querem separar os homens de Deus.”...
“E o escritor aos Hebreus nos alerta dizendo que nós,
os cristãos, nada temos a ver com aquele de Jeová.”
(p. 98-99)
31. “O fato dos apóstolos não terem declarado
publicamente que Jeová não é o Pai não
nos dá o direito de afirmar que ele é o Pai.”.
(p. 100)
32. “Concluímos que os apóstolos, e o próprio
Senhor Jesus Cristo, não revelaram quem era Jeová
por dois grandes motivos. O primeiro era que Jeová despontava
como o grande e glorioso Deus dos Hebreus por espaço de 1.600
anos... Durante esse período, Jeová se promoveu como
num verdadeiro merchandising do século XX, pois o seu nome
ocorre no Velho Testamento quase sete mil vezes. Só o método
espetacular usado por Jeová no Egito faria inveja a qualquer
agência de propaganda.” (p. 101) Quando Jesus se manifestou
a este mundo, foi cancelado o nome de Jeová.” (p. 101)
33. “Em II Cor. 8.5,6, Paulo revela que na terra e no céu
há deuses e senhores. Se no céu há, não
são de mentira, mas o grande apóstolo diz que, para
nós, os cristãos, há um só Deus, e um
só Senhor, Jesus Cristo.” O povo de Israel e todos
os profetas serviam a Jeová no Velho Testamento, e Paulo,
em Gal.4.4 a 8, afirma que eles serviam aos que por natureza não
são deuses. ...
34. “Qual é o fruto de Jeová? Destruição
de toda a humanidade no dilúvio, maldição de
toda humanidade a partir do pecado de Adão.”... O fruto
da árvore boa é graça, perdão, auxílio,
salvação. JEOVÁ E O PAI NÃO SÃO
A MESMA PESSOA.” (p. 110)
35. “Quem afirmar que Jeová não muda está
mentindo ou nunca leu a Bíblia, e se Jeová muda quem
mente é ele mesmo.”(p. 114)
36. “(Nas horas vagas, Jeová fica inventando pragas.)
(p. 118)
37. “Será Jeová o pai de Jesus, o Deus mau,
que depois de males sem conta, praticados contra seu próprio
povo, manda o Filho, manso e humilde, para mudar sua imagem?”(p.
120)
38. “A água que saiu da rocha no deserto era água
da morte, água de maldição, dada por um Deus
iracundo, que recebia qualquer pedido de má vontade.”(p.
125)
39.“Comparar Jeová a Jesus ou ao Pai deveria ser pecado
mortal. Um habita nas trevas, outro na luz; um reina sobre a morte
e outro é o senhor da vida.” (p. 126)
40. “A imagem de Jeová, era a de um Deus tirânico,
cruel, vingativo, destruidor, furioso, injusto. Os judeus, decepcionados,
ficaram inimigos desse Deus...”(p. 127)
41. “Ora, se o Espírito Santo e o Pai são um,
e o Pai a ninguém tenta, nem é causa dou veículo
de tentação, concluímos que o espírito
que conduziu Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo não
é o Espírito Santo. Observando com atenção
a narrativa de Luc. 4.1, percebemos que ali havia dois espíritos:
o Espírito Santo, que era o Pai dentro dele para resistir
e vencer Satanás, e o espírito do adversário,
que o atraia para o deserto, para a grande batalha.”(p. 129-130)
42. “Para um Deus que se auto-proclama criador dos céus
e da terra, não fica bem a mentira e, muito menos, colocar
na boca de falsos profetas espíritos de mentira. Com o perdão
dos fiéis de Jeová, permitam-me afirmar com palavras
dele mesmo, que ele mente.”(p.146)
CONCLUSÃO
TRINDADE MALIGNA
Com muita razão escreveu Davi, “Um abismo chama outro
abismo...”(Sl 42.7). Depois de todas as declarações
acintosamente blasfemas contra Deus, os escritores do livro ora
comentado, declaram que Jeová Deus faz parte de um TRINDADE
MALIGNA. Sim, escreveram tudo em maiúsculo para ressaltar
sua blasfêmia.
“Não é possível, nem aceitável
que Deus e o diabo usem as mesmas armas a não ser que sejam
a mesma pessoa, ou, sendo dois, formarem uma TRINDADE MALIGNA, isto
é, JEOVÁ, SATANÁS, E O ESPÍRITO QUE
OS UNE. (Espírito da ira, do furor, da destruição,
da confusão e da vingança.”(p. 93)
É preciso indicar de que espírito estão possuídos
os que tiveram a coragem de escrever tamanha blasfêmia. Esse
livro, JEOVÁ, FALSO DEUS? só pode ser o resultado
de ouvir “espíritos enganadores e doutrinas de demônios”
(1 Tm 4.1). Apostasia teológica!
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