Da sua passagem pelo Brasil,
a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, levou algumas
recordações de viagem. Em Salvador, onde desembarcou
na quinta-feira (depois de se encontrar com o presidente Lula em
Brasília), ganhou uma lembrança local bastante típica:
uma fitinha do Senhor do Bonfim.
Reza o folclore que, ao colocar a fita no pulso (ou no tornozelo,
como preferem alguns), amarrando-a com três nós, o
usuário deve fazer três "pedidos" ao Senhor
do Bonfim. E que os desejos são realizados quando o tecido
da fita se desgasta e rompe.
A número 2 do governo norte-americano talvez nem tenha sido
devidamente avisada dessa crença, nem revelou quais seriam
seus desejos (será que ela pediria ajuda para a eleição
de John McCain, o candidato republicano à Presidência
dos EUA, em cuja chapa ela é volta e meia cotada para ser
vice?). Ou talvez tenha "desdenhado": enquanto esteve
em Salvador, ostentou publicamente a fitinha vermelha recebida de
uma baiana que acompanhava a equipe do governo do Estado que a recepcionou
na quinta à tarde na Base Aérea. Mas, mas na própria
sexta, ao desembarcar no Chile, já mostrava o pulso direito
livre...

O fato é que é pouco provável que a fitinha
tenha arrebentado "espontaneamente" em tão pouco
tempo: as tradicionais fitinhas de algodão vendidas ao redor
da Igreja do Bonfim já viraram quase raridade: hoje, o "mercado"
das fitinhas é dominado pelas feitas com material de poliéster,
produzidas em escala industrial feitas para durar. E duram, por
vezes, anos. Não se sabe ao certo quando a substituição
do produto no mercado se deu, mas, em anos recentes, estabeleceu-se
um certo monopólio das fitinhas de material sintético.
Negócio lucrativo
Ambulantes vendem fitinhas a R$ 0,10 cada em Salvador. Ao lado
da igreja, há até promoção em loja que
faz 40 fitas por R$ 1,00. Algo em torno de 90% das fitinhas comercializadas
tem uma origem em comum, distante de todo o arcabouço histórico
relacionado à Igreja do Bonfim. O empresário Osnir
Moreno Rolin, 47, produz fitinhas para o Brasil e o mundo, desde
2000, em Sumaré, São Paulo. Sua produção
representa 90% do mercado. Ele fabrica diariamente 300 mil fitinhas
do Bonfim e tem dez distribuidores em Salvador.
Os preços para seus clientes variam. Cada rolo tem 100 fitas.
Um rolo pode custar R$ 50, mas pelo volume de rolos adquiridos pode
cair até a R$ 1,50, de acordo com a quantidade pedida. "Faço
em poliéster porque o material é encontrado em abundância
no mercado, já me pediram para fazer em acetato, mas seria
inviável economicamente". Segundo ele uma fita em fibra
natural acaba mais rápido, mais ou menos dentro de um mês
e as dele duram seis meses.
Rolin não abre o jogo de sua lucratividade, mas garante
que já viu vendedores nos arredores da igreja negociarem
o resistente pedacinho de pano por US$ 1,00, 1 euro, ou até
R$ 5. Se é devoto do Senhor do Bonfim? "Hoje sou, me
disseram que ele é Jesus Cristo".
Tesoureiro da igreja
"Hoje são como amuletos e essa história dos
nós e dos pedidos foi criada recentemente. Antes eram feitas
de algodão por artistas, bordadas, recebiam bênçãos.
Não tinham esse preço. Eram guardadas nas bolsas,
usadas como marcadores de livros ou no pescoço com medalhinhas",
observa o tesoureiro da Irmandade do Bonfim, Luiz Geraldo Urpia
Freire de Carvalho, 67. No cargo desde 1995, Carvalho tem uma história
familiar que se confunde com a história da igreja, já
que seus ancestrais ajudaram a construí-la.
Ele afirma ainda que não há o registro de que a frase
inscrita no símbolo é original, mas garante que a
cruz estilo "cruz vermelha" também foi inventada.
"A cruz não era essa, era a Cruz de Cristo que se parece
muito com a Cruz de Malta", declara. Segundo ele, as fitas,
modernização das antigas "medidas", sempre
foram utilizadas como forma de arrecadar recursos para a manutenção
da Irmandade .
"Hoje vivemos de doações, alugamos imóveis
que fazem parte de nosso sítio histórico, usamos alguns
espaços para a realização de eventos, mas nossa
grande dificuldade é a manutenção de nossos
documentos históricos, muitos deles perdidos, emprestados
e não devolvidos, ou destruídos pelas traças",
conta, revelando que se desdobra todo mês para cobrir um orçamento
que gira em torno de R$ 25 mil. Sua memória registra ainda
que as fitinhas começaram a ser vendidas por ambulantes,
sem qualquer relação com a igreja, em meados da década
de 50, do século passado.
15/03/2008 - 10h33
Agora sintéticas, fitinhas do Senhor do Bonfim levam mais
tempo para 'realizar desejos'
Superstições, etc
Figas, fitinhas, pulseiras, arruda, sal grosso, óleo, flores,
copo de água, duendes, pedras, cristais, pirâmides
e mais uma lista interminável de objetos, fazem parte do
dia a dia de milhões de pessoas que os possuem na crença
de que têm poderes para curar, afastar "mau-olhado",
trazer sorte, afastar "maus-espíritos" e mais uma
inumerável lista de atribuições.
Mas o uso de objetos "abençoados" não é
privilégio dos que se intitulam de místicos. Também
nas igrejas de denominações diversas podemos contemplar
o uso de objetos ligados ao exercício da fé, aos quais
são atribuídos poderes espirituais, como no caso das
medalhas, crucifixos, terços e imagens de santos, dentre
outros que são adjetivados de sagrados, sendo considerados
ainda mais sagrados aqueles que forem "abençoados"
ou "ungidos".
Antes de prosseguir, desejamos alertar que não somos contra
as pessoas que possuam, façam uso ou simplesmente creiam
nos poderes destes objetos, muito pelo contrário, pois, se
estamos escrevendo este texto, é justamente para permitir
que saibam o que a Bíblia diz a respeito e assim, firmem
seu entendimento sobre o assunto. Também advertimos que,
sendo todo este texto fundamentado na Bíblia, só se
torna interessante a leitura dele para aqueles que acreditam que
ela é a Palavra de Deus.
Podemos começar a discorrer sobre o assunto apresentando
o texto contido em Lv 26.1 que diz:
"NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis
imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada
na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR
vosso Deus."
Pense bem, Deus falou isso obviamente para dizer que Ele e somente
Ele, deveria ser adorado. Só Ele é Deus e não
existem outros deuses. O SENHOR nunca mandou que se fizesse uma
estátua ou escultura Dele mesmo. Em toda Bíblia, podemos
concluir que só há uma forma de adorar a Deus que
é em espírito. Será então que Deus se
agradará daquele que estiver à frente de uma estátua
de um santo, um anjo, de um "orixá" ou de qualquer
outro objeto, para suplicar por bênçãos ou agradecer
pela "graça alcançada", quando sabemos que
tudo o que temos vêm de Deus. Se temos que dar graças
por algo, demos graças a Deus, e só a Ele.
Se restou dúvida, vejamos algumas passagens bíblicas
que dizem sobre isso:
Lv 19.4 "Não vos virareis para os ídolos nem
vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR vosso
Deus."
1Rs 14.15 "Também o SENHOR ferirá a Israel como
se agita a cana nas águas; e arrancará a Israel desta
boa terra que tinha dado a seus pais, e o espalhará para
além do rio; porquanto fizeram os seus ídolos, provocando
o SENHOR à ira."
1RS 16:33 "Também Acabe fez um ídolo; de modo
que Acabe fez muito mais para irritar ao SENHOR Deus de Israel,
do que todos os reis de Israel que foram antes dele."
2RS 17:16 "E deixaram todos os mandamentos do SENHOR seu Deus,
e fizeram imagens de fundição, dois bezerros; e fizeram
um ídolo do bosque, e adoraram perante todo o exército
do céu, e serviram a Baal."
1CR 16:25 "Porque grande é o SENHOR, e mui digno de
louvor, e mais temível é do que todos os deuses."
1CR 16:26 "Porque todos os deuses dos povos são ídolos;
porém o SENHOR fez os céus."
Vejamos ainda uma passagem onde um anjo se recusa a receber uma
oferta e alerta que só se deve oferecer à Deus.
JZ 13:15 "Então Manoá disse ao anjo do SENHOR:
Ora deixa que te detenhamos, e te preparemos um cabrito."
JZ 13:16 "Porém o anjo do SENHOR disse a Manoá:
Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se
fizeres holocausto o oferecerás ao SENHOR."
Na tentativa de agradar o anjo, Manoá lhe fez uma oferta,
mas o anjo orientou-a mostrando que o Senhor é quem deve
ser agradado.
Agora que já sabemos que somente Deus deve ser adorado e
só a Ele devemos dirigir as nossas orações
de súplica ou de agradecimento, tentaremos entender porque
as igrejas permitem, e até incentivam o uso de alguns objetos
e imagens.
Para isso vamos retroceder no tempo para ver o que acontecia antes
e, o que aconteceu para que chegássemos ao ponto em que chegamos.
A igreja primitiva, aquela que surgiu algum tempo depois da morte
de Jesus, cuidava tão somente de proclamar que Jesus era
o filho do Deus Vivo, o Salvador, o Messias de quem falavam os profetas
do antigo testamento e faziam isso com tal convicção
que nem diante da pena morte que se lhes impunha, deixavam de entronizar
Jesus como o Rei de suas vidas.
Aqueles cristãos entenderam, pela fé, que só
através de Jesus poderiam chegar ao Pai. Muitos deles foram
mortos pelas diversas perseguições feitas pelos imperadores
romanos aos cristãos, pois estes determinavam àqueles
que estivessem sob sua autoridade que adorassem ou prestassem culto
somente a eles ou aos deuses que eles permitissem (alguns se julgavam
deuses). Talvez fosse muito humilhante para aqueles imperadores
que os cristãos colocassem a autoridade de Jesus (um homem
morto, para eles) acima da autoridade deles.
Toda a carnificina não foi suficiente para evitar que a
Palavra de Deus fosse divulgada por todo o mundo e que a fé
cristã tomasse conta de corações por toda parte.
Diante do grande número de seguidores do cristianismo espalhados
pelo mundo, já não era interessante para o imperador
de Roma se opor a eles. Foi então que Constantino, o grande,
no 4º século da era cristã, em 306 D.C., tornou-se
imperador de Roma e adotou a religião cristã. Unindo
o poder político ao religioso, tornou-se o homem principal
da igreja. Tomou para si o poder de presidir os concílios
da igreja, tomar parte nos debates, constituir e dissolver assembléias
e resolver as questões mais importantes da igreja.
A degradação pela qual a igreja passou depois disso
foi enorme. O culto cristão foi perdendo sua simplicidade,
sofrendo sempre inovações para dar lugar à
pompa e majestade de rituais cada vez mais sofisticados, deslumbrantes,
onde a beleza e a teatralidade passaram a ocupar o espaço
que outrora era dedicado à adoração do Senhor.
Na idade média, movidos pela superstição, os
homens foram levados à crença de que milagres extraordinários
poderiam ser operados pelos ossos dos santos, pelos crucifixos e
pelas velas consagradas que adornavam os altares. Dessa forma a
idolatria (adoração a ídolos, imagens e etc.)
tão abominada por Deus em toda a Bíblia, ia se infiltrando
por toda a cristandade. Não demorou para que o povo começasse
a colocar velas acesas em frente de imagens em igrejas, beijando
e adorando de joelhos acreditando na superstição de
que faziam milagres.
Sereno, Bispo de Marselha, bem que tentou proibir estas práticas,
por serem contrárias ao ensinamento da Bíblia, destruindo
imagens e proibindo o uso destas, mas o pontífice Gregório
I, mais preocupado com o desagrado que isso causava aos "fiéis"
do que com o desagrado que causava a Deus, escreveu a Sereno dizendo
que aprovaria se ele apenas proibisse que fossem adoradas mas que
"uma coisa é adorar objeto e outra aprender por ele
a apreciar o próprio objeto de adoração".
Assim se permitiu que essa prática progredisse até
os nossos dias.
O que era um culto de adoração ao Senhor foi se transformando
em um mero instrumento do poder religioso para dominar os religiosos
incutindo-lhes o medo de se tornarem pecadores e atraírem
para si a ira de Deus. A "santa" inquisição,
a venda de indulgências (venda do perdão dos pecados),
e outras barbaridades foram sendo acrescentadas ao rol de sandices
que assolava a igreja.
O resultado final de tudo isso é uma grande quantidade de
superstição, pouco conhecimento da Bíblia (que
leva o homem a acreditar em tudo o que lhe é dito), e uma
crença mal fundamentada, que cuida muito da liturgia, política,
economia e esquece que nenhuma destas funções destina-se
à igreja que deveria estar ensinando aos homens a forma correta
de buscar a face de Deus, através de Jesus (o único
Caminho) e não apenas dizendo a eles o quando podem e quando
não podem fazer alguma coisa, sem sequer fazer com que o
homem entenda o que ela realmente simboliza.
Chegando aos nossos dias deparamo-nos, ainda, com o sincretismo
religioso onde duas ou mais religiões encontram um ponto
de intercessão, como no caso das religiões afro-brasileiras,
e também com a idéia do "ecumenismo" que,
em síntese, é uma idéia de reunir todas as
religiões, sob a alegação de que seguimos a
um só Deus. Com isso, cada vez mais abrem-se as portas da
tolerância para as atitudes que desagradam a Deus pelo simples
fato de que não devemos desagradar os homens.
Mais uma vez quero lembrar que não somos contrários
a quem segue tais práticas religiosas, que nós mesmos
seguimos, um dia. Estamos apenas demonstrando o que ficou óbvio:
O homem, mais uma vez, se corrompeu, se deixou enganar, da mesma
forma que Adão, na Bíblia.
Mas se os apóstolos realizavam milagres, porquê não
poderíamos prestar-lhes homenagens, dando seus nomes a igrejas
e realizando festas em suas memórias? A resposta é
simples: só o Senhor é que deve estar em evidência.
Vamos deixar que o próprio apóstolo Pedro fale sobre
isto:
AT 3:1 "E Pedro e João subiam juntos ao templo à
hora da oração, a nona."
AT 3:2 "E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe
era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo,
chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam."
AT 3:3 "O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando
no templo, pediu que lhe dessem uma esmola."
AT 3:4 "E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse:
Olha para nós."
AT 3:5 "E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa."
AT 3:6 "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas
o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te
e anda."
AT 3:7 "E, tomando-o pela mão direita, o levantou,
e logo os seus pés e artelhos se firmaram."
O milagre se realizou, como se viu, não por poderes de Pedro
ou de João. Aconteceu pela fé. Foi em nome de Jesus
Cristo e pelo Seu poder que a cura ocorreu.
AT 3:11 "E, apegando-se o coxo, que fora curado, a Pedro e
João, todo o povo correu atônito para junto deles,
ao alpendre chamado de Salomão."
AT 3:12 "E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas,
por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós,
como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos
andar este homem?"
AT 3:16 "E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer
a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele,
deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita
saúde."
Não creio que seja necessário acrescentar mais nada,
entretanto, vejamos mais esta passagem.
AT 10:25 "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio
a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou."
AT 10:26 "Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu
também sou homem."
Assim, fica mais do que claro que Pedro e os demais apóstolos
não queriam estar em evidência, não queriam
ser adorados porque sabiam que não tinham mérito nos
milagres, estes se concretizavam pela fé, em nome de Jesus.
Eles eram apenas divulgadores de um novo período: o da salvação
através de Jesus Cristo. Desejavam ensinar a todos quanto
pudessem, como viver em santidade, colocando em prática os
ensinamentos deixados pelo Senhor. Mas eram homens como nós.
Provavelmente não tão inclinados ao pecado como a
maioria de nós, mas também não estavam livres
dele.
Paulo, por exemplo, vivia se queixando de um "espinho na carne"
que o incomodava. Sabemos que o tal "espinho" estava longe
de ser algo passível de remoção física.
Talvez fossem apenas desejos ou maus pensamentos que o atormentassem.
Talvez atitudes suas não condizentes com as de um servo do
Senhor. Quem sabe? Só o Senhor!
Se os apóstolos já declararam, ainda em vida, que
não desejavam ser adorados (porque isto não agradaria
a Deus) e que quem realizava os milagre e, principalmente, salvava,
sendo digno de toda a adoração, era o Senhor Jesus,
qual é então a necessidade ou utilidade de se pedir
alguma coisa a eles? Ou pior, a uma estátua deles? Se podemos
(e devemos) pedir diretamente ao pai, através de Jesus, porque
insistir numa tradição que obviamente não agrada
a Deus?
Àqueles que estão se sentindo agredidos pelo conteúdo
deste texto cabe dizer que um dia passamos pela mesma situação.
Acreditávamos nas religiões, nas superstições,
no ecumenismo, no misticismo e em quase tudo que o mundo apresentava
e quando alguém nos disse que estávamos errados, que
não era isso que Deus esperava de nós, foi um grande
choque. Mas, a simples leitura da Bíblia foi suficiente para
que tudo se confirmasse: estávamos realmente errados! Entretanto,
depois da tempestade veio a bonança. Passamos a aprender
o que é do agrado de Deus, e como falar com ele.
Muitos têm sido os argumentos utilizados para justificar
o uso de objetos pelas religiões, mas sempre bastará
uma consulta à Bíblia para derrubar qualquer um desses
argumentos. Consulte você mesmo a Palavra de Deus e chegue
às suas próprias conclusões. Faça isso
com o coração aberto e escute Deus falar diretamente
com você.
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