1.O jornal
FOLHA DE SÃO PAULO de 8 de abril de 2008 traz a notícia
que acabamos de ler com os seguintes pormenores: “Denúncia
de uma jovem desencadeou ação policial, na qual foram
retiradas 133 mulheres; testemunhas relutam em falar sobre o fato.”
Continua a reportagem informando mais o seguinte: “A policia
do Texas disse ontem já ter retirado 401 crianças
e 133 mulheres do rancho da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo
dos Santos dos Últimos Dias, uma seita polígama dissidente
da Igreja Mórmon.” ... “A seita promove casamentos
arranjados entre meninas de até 13 anos e homens mais velhos,
o que já lhe rendeu processos anteriores.” ... “A
justiça determinou que a polícia texana entrasse na
propriedade após denúncia de uma adolescente, que
relatou abusos do marido, 34 anos mais velho.” ... “Casamentos
arranjados são comuns na seita, fundada na década
de 30 por membros ex-comungados da Igreja de Jesus Cristo dos Santos
dos Últimos Dias (mórmons), que rejeita a poligamia
desde l890.”
Pr. Natanael, considerando que os mórmons têm
ensinos tão divergentes no que concerne aos seus costumes
e práticas podem eles ser considerados cristãos?
Eles se consideram cristãos, mas o ensino deles é
muito diferente do que ensina a Bíblia Sagrada.
2. Como é encarada a prática da poligamia
na Bíblia? Deus autorizou essa prática na Bíblia?
Não. Deus nunca autorizou um casamento polígamo,
Deus nunca elogiou ninguém que tenha praticado tais atos,
mas apenas tolerou passivamente no V.T. No Velho Testamento é
nos mostrado como foi pago o salário dos homens que cometeram
a poligamia; Abraão, por ter aceitado a sua concubina como
esposa, gerou para Israel um inimigo que vive até hoje, que
são os esmaelitas – atualmente os muçulmanos
(Gn. 16).
Jacó teve uma vida sofrida e de muitas rixas entre as suas
esposas, penou muito e chegou a trabalhar de maneira escrava, os
seus dias foram muito difíceis (Gn. 32-50). Sansão
pagou com a própria vida por ter cometido a poligamia (Jz.
14-16). Davi foi duramente repreendido pelo profeta Natã
por ter se envolvido com Bate-Seba e pagou o preço de perder
quatro filhos e não ter podido construir o Templo para Deus.
Salomão, um sábio homem de Deus, mas que por se envolver
com a poligamia, chegou ao triste estado de cometer a idolatria
(I Rs.11).
Pelos casos podemos observar que Deus nunca aprovou e nem abençoou
a poligamia, pelo contrário, o fruto da poligamia resultou
em tragédias para os servos de Deus. O próprio Senhor
Jesus disse “Pela dureza de vossos corações
Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não
foi assim desde o princípio” (Mateus 19:8). Vejam que
o texto diz “carta de divórcio”(Mateus 19:7)
e não poligamia, logo em seguida é acrescentado o
propósito de Deus; “mas não foi assim desde
o princípio”. Ou seja, no princípio Deus criou
uma só esposa para Adão e não muitas esposas.
Se a poligamia pudesse ser justificada em alguma ocasião,
nada mais justificável se Deus tivesse feito várias
“Evas” para Adão, pois o mundo precisava ser
povoado, mas o que vemos é uma única esposa para Adão
e qualquer impossibilidade da poligamia ser usada como um propósito
divino como querem os mórmons.
3. O que Jesus ensinou sobre o casamento?
No livro de Mateus 19.3-10 nos lemos o seguinte: “Então
chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe:
É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer
motivo? Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes
lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea
os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe,
e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só
carne? Assim não são mais dois, mas uma só
carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.
Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe
carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés,
por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu
repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi
assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua
mulher, não sendo por causa de fornicação,
e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a
repudiada também comete adultério. Disseram-lhe seus
discípulos: Se assim é a condição do
homem relativamente à mulher, não convém casar.”
(Mt 19.3-10) Ora, se o ensino de Jesus é um casamento monogâmico
como admitir que uma igreja admitir a prática da poligamia
e ainda chamar-se de cristã?
4. E o que diz a Bíblia sobre os obreiros cristãos,
qual deve ser o porte deles no que concerne ao casamento?
O mesmo de Jesus e o que também o apóstolo Paulo
deixou escrito: “É necessário, pois, que o bispo
seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante,
sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar” (I
Tm. 3:2).“Alguém que seja irrepreensível, marido
de uma só mulher” (Tit. 1:6).“Mas, por causa
da prostituição, tenha cada homem sua própria
mulher (e não mulheres) e cada mulher seu próprio
marido (e não maridos)” (I Cor. 7:2 – o parênteses
é nosso para o maior esclarecimento). De modo que, de acordo
com a Bíblia, no que se refere a um verdadeiro sevo de Deus
e líder cristão, Smith foi um homem que viveu muito
longe de tal realidade. O texto de coríntios, o apóstolo
Paulo, mostra e confirma com clareza a vontade de Deus. Ele diz;
“cada homem tenha sua própria mulher” e não
“suas mulheres” no plural, ou seja, o que passar de
mais de uma esposa é considerado caso de prostituição.
MOR-A POLIGAMIA
Veja o que está escrito no apêndice do novo livro de
mórmon edição de 1998:
“É licito o homem ter só uma esposa, a menos
que o Senhor revele um mandamento em contrário (Livro de
Mórmon – Jacó 2: 27-30). Por revelação
e sob a direção do profeta, que possuía as
chaves do sacerdócio, o casamento plural foi praticado na
época do Velho Testamento e nos primeiros tempos da Igreja
restaurada (livro de Mórmon {apêndice} pág.35
– Ed.1998)”.
Smith teve 48 esposas (Justus) e os líderes da Igreja Mórmon,
imitando o seu mestre, também tiveram várias esposas,
demonstrado o lado doentio desta teologia. Até hoje os mórmons
gaguejam para falar sobre esse assunto e deixa em aberto tal possibilidade
como é mostrado no texto acima. É impressionante como
são tão obtusos e sem fundamento em sua teologia.
Em primeiro lugar, Deus nunca autorizou um casamento polígamo,
Deus nunca elogiou ninguém que tenha praticado tais atos,
mas apenas tolerou passivamente no V.T. até que a graça
de Jesus Cristo e a sua perfeita vontade fossem reveladas. Hoje,
o Novo Testamento, nos deixam elucidados quanto ao assunto e a perfeita
vontade de Deus para o casamento. No Velho Testamento é nos
mostrado como foi pago o salário dos homens que cometeram
a poligamia;
Abraão, por ter aceitado a sua concubina como esposa, gerou
para Israel um inimigo que vive até hoje, que são
os esmaelitas – atualmente os muçulmanos (Gn. 16).
Jacó teve uma vida sofrida e de muitas rixas entre as suas
esposas, penou muito e chegou a trabalhar de maneira escrava, os
seus dias foram muito difíceis (Gn. 32-50).
Sansão pagou com a própria vida por ter cometido a
poligamia (Jz. 14-16). Davi foi duramente repreendido pelo profeta
Natã por ter se envolvido com Bate-Seba e pagou o preço
de perder quatro filhos e não ter podido construir o Templo
para Deus (Leia o livro de Samuel, Reis e Crônicas).
Salomão, um sábio homem de Deus, mas que por se
envolver com a poligamia, chegou ao triste estado de cometer a idolatria
(I Rs.11). Pelos casos acima, podemos observar que Deus nunca aprovou
e nem abençoou a poligamia, pelo contrário, o fruto
da poligamia resultou em tragédias para os servos de Deus.
O próprio Senhor Jesus disse “Pela dureza de vossos
corações Moisés vos permitiu repudiar vossas
mulheres; mas não foi assim desde o princípio”
(Mateus 19:8). Vejam que o texto diz “carta de divórcio”(Mateus
19:7) e não poligamia, logo em seguida é acrescentado
o propósito de Deus; “mas não foi assim desde
o princípio”.
Ou seja, no princípio Deus criou uma só esposa para
Adão e não muitas esposas. Se a poligamia pudesse
ser justificada em alguma ocasião, nada mais justificável
se Deus tivesse feito várias “Evas” para Adão,
pois o mundo precisava ser povoado, mas o que vemos é uma
única esposa para Adão e qualquer impossibilidade
da poligamia ser usada como um propósito divino como querem
os mórmons. Certo missionário mórmon declarou-me
o seguinte: “Deus permitiu a poligamia, no começo da
Igreja Mórmon, por causa da perseguição, pois
as mulheres ficavam sem maridos que eram mortos em conflitos, havendo
assim a necessidade de serem esposas dos homens que estavam vivos,
independentemente de isso constituir poligamia ou não. O
importante era deixar descendência.” Tal explicação
chega a ser vulgar e de baixo calão.
Era muito mais fácil o Espírito de Deus convencer
e converter mais pessoas do que mandar desobedecer a Palavra de
Deus. Inventam isso para justificar a maneira prostituta que viveu
os fundadores dessa religião. Smith não foi um profeta
e muito menos um homem de Deus, mas sim um, adultero, fornicário
e imoral. A conduta da cúpula da Igreja Mórmon é
injustificável ao parâmetro bíblico e os desqualificam
como líderes de uma denominação instituída
por Jesus Cristo. A Bíblia declara e mostra as qualidades
de um verdadeiro líder cristão:
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível,
marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro,
hospitaleiro, apto para ensinar” (I Tm. 3:2)
“Alguém que seja irrepreensível, marido de uma
só mulher” (Tit. 1:6)
“Mas, por causa da prostituição, tenha cada
homem sua própria mulher (e não mulheres) e cada mulher
seu próprio marido (e não maridos)” (I Cor.
7:2 – o parênteses é nosso para o maior esclarecimento)
.
De modo que, de acordo com a Bíblia, no que se refere a
um verdadeiro sevo de Deus e líder cristão, Smith
foi um homem que viveu muito longe de tal realidade. O texto de
coríntios, o apóstolo Paulo, mostra e confirma com
clareza a vontade de Deus. Ele diz; “cada homem tenha sua
própria mulher” e não “suas mulheres”
no plural, ou seja, o que passar de mais de uma esposa é
considerado caso de prostituição.
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EUA: 52 garotas são resgatadas de seita poligâmica
Autoridades do Estado americano do Texas retiraram 52 meninas do
rancho de uma seita poligâmica na tarde desta sexta-feira
após uma adolescente de 16 anos que vivia no local ter feito
uma queixa de abuso físico.
O Serviço de Proteção à Criança
do Texas procura casas de abrigo e cuidados para as meninas, com
idades de 6 meses a 17 anos. Dezoito delas estão sob custódia
do Estado.
O proprietário do rancho na cidade de San Antonio é
o líder da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos
dos Último Dia (FLDS, sigla em inglês), Warren Jeffs,
que foi preso em novembro por 10 anos por cumplicidade em um estupro.
Jeffs foi condenado após ter forçado uma adolescente
de 14 anos a se casar com seu primo.
Isoladas do mundo
O líder religioso, que se proclama profeta, aguarda outros
julgamentos no Arizona, em que é acusado de ser cúmplice
em quatro casos de incesto e conduta sexual com uma menor de idade
fruto de dois casamentos arranjados.
O Serviço de Proteção à Criança
do Texas afirmou que após entrevistar as 52 meninas decidiu
que nenhuma vai retornar ao rancho.
"Estamos lidando com crianças que não estão
acostumadas ao mundo exterior, por isso estamos tentando ser bastante
sensíveis em relação a suas necessidades",
afirmou Marleigh Meisner.
Poligamia
De acordo com o jornal San Antonio Times, um mandado de busca procura
registros relacionados ao nascimento de crianças de uma adolescente
de 16 anos e outros sobre seu casamento com um homem de 50 anos.
Autoridades afirmaram que a garota ainda não foi encontrada.
Nenhuma prisão foi realizada e autoridades disseram que pessoas
do rancho estão "ajudando nas buscas".
Acredita-se que cerca de 150 pessoas vivam no local.
A seita, que tem cerca de 10 mil seguidores e domina as cidades
de Colorado City, no Arizona, e Hildale, em Utah, é uma dissidência
da igreja Mormon.
Os integrantes da seita acreditam que o homem precisa casar com
pelo menos três mulheres para subir ao céu. As mulheres,
por sua vez, são ensinadas que seu caminho para o céu
é a subserviência ao marido.
A poligamia é ilegal nos Estados Unidos, mas as autoridades
relutam em enfrentar a FLDS por medo de provocar uma tragédia
similar à que aconteceu em 1993 na sede da seita Branch Davidian,
em Waco, no Texas, quando 80 fiéis morreram em choques com
a polícia.
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Meninas de seita eram obrigadas a manter relações
sexuais
Centenas de jovens meninas, resgatadas do complexo de uma seita
que pratica a poligamia no Texas, eram obrigadas a se casar e a
manter relações sexuais com homens adultos, segundo
documentos oficiais divulgados hoje.
» Mais de 400 são colocadas sob custódia
» Rússia: mulheres teriam morrido enclausuradas
Meninas de 13 anos eram "espiritualmente casadas" e forçadas
a manter relações "com o propósito de
ter filhos", segundo uma investigadora dos Serviços
de Família e Proteção do Departamento do Texas.
Várias meninas grávidas ou que haviam dado à
luz recentemente foram descobertas no complexo da seita, evacuado
desde sexta-feira após a denúncia feita por uma jovem
de 16 anos que diz ter sido vítima de abuso sexual e físico,
e que havia dado à luz um filho de seu marido de 50 anos
em um Estado onde por lei é proibido o casamento de meninas
menores de 16 anos.
"Existe um padrão dominante, uma prática de
doutrinar e desposar meninas menores que aceitam casamentos espirituais
com membros adultos da fazenda YFZ (Yearn For Zion) e que acabam
sendo abusadas sexualmente", afirmou o investigador Lynn McFadden
à Justiça.
"Da mesma forma, meninos menores que moravam na fazenda YFZ,
depois de se tornarem adultos, são espiritualmente casados
com meninas e se iniciam em relações sexuais com elas,
e como resultado eles se transformam em agressores sexuais",
continuou.
"Esses padrões e práticas se aplicam sobre as
crianças da fazenda YFZ, tanto homens como mulheres, que
correm risco de abuso emocional, físico e/ou sexual",
concluiu McFadden.
Cerca de 400 crianças foram retiradas desde sexta-feira
da fazenda, localizada a sudoeste de Dallas (Texas), coordenada
pelo líder da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos
Santos dos Últimos Dias (FLDS, na sigla em inglês,
dissidência radical da Igreja Mórmon).
As crianças estão agora sob custódia das autoridades
estaduais em San Angelo, junto com 130 mulheres, em sua maioria
mães, que abandonaram o lugar.
Dissidência
A seita, que tem cerca de 10 mil seguidores e está presente
nas cidades de Colorado City, no Arizona, e Hildale, em Utah, é
uma dissidência mórmon e separou-se em meados de 1910.
Os integrantes da seita acreditam que o homem precisa casar com
pelo menos três mulheres para subir ao céu. As mulheres,
por sua vez, são ensinadas que seu caminho para o céu
é a subserviência ao marido.
A poligamia é ilegal nos Estados Unidos, mas as autoridades
relutam em enfrentar a FLDS por medo de provocar uma tragédia
similar à que aconteceu em 1993 na sede da seita Ramo Davidiano,
em Waco, no Texas, quando 80 fiéis morreram em choques com
a polícia.
Julgamentos
O proprietário do rancho na cidade de San Antonio é
o líder da Igreja, Warren Jeffs, que foi preso em novembro
e condenado a 10 anos por cumplicidade em um estupro. Jeffs foi
considerado culpado de ter forçado uma adolescente de 14
anos a se casar com o próprio primo.
O líder religioso, que se proclamava profeta, aguarda outros
julgamentos no Arizona, em que é acusado de ser cúmplice
em quatro casos de incesto e conduta sexual com uma menor de idade
fruto de dois casamentos arranjados.
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