Por outro lado,
um certo jornal de Bauru, edição de julho de 1999,
p. 10 publicou a seguinte manchete: Voz Da Verdade Diz Que Não
É Seita. Tratava-se da apresentação do conjunto
por ocasião do lançamento do seu CD – “Quando
Deus Se Cala” – Estiveram presentes, segundo o jornal,
cerca de 1500 pessoas, que pagaram de R$8,00 a R$ 10,00 pelo ingresso.
O gasto total foi de R$ 12.000,00 e “Só o Voz da Verdade
cobrou R$ 4,5 mil livre”.
Na entrevista concedida por um dos integrantes da banda, afirmou
ele: Atualmente o grupo Voz da Verdade tem sido perseguido por um
fantasma: o boato de serem uma seita que prega heresias. Comentários,
no mínimo, maldosos sendo que até agora ninguém
provou que isso seria verdade. Vejamos então nessa análise
das doutrinas dessa igreja se isso é de fato verdade.
O que crê a Igreja Evangélica Voz Da Verdade
(IEVV)
O Estatuto da Igreja Evangélica Voz da Verdade ( IEVV) assim
declara: Quando a Bíblia se refere a Deus, está falando
no Espírito Santo que é o Pai, Criador e Senhor de
todas as Coisas.
Jesus tanto é o Pai, como é o Filho...
antes da manifestação de Jesus como homem, não
havia Filho de Deus (somente anjos eram tidos como Filho de Deus)...”
Jesus pode ser Pai e também o Filho? É muito lógico
que sim, pois Ele é Deus...
Falando sobre a Trindade, afirmam:
Teoria religiosa de intenção carnal e diabólica
com o sentido de alimentar uma ilusão de Satanás que
teve a pretensão de pluralizar a plenitude da divindade.
(o grifo é nosso)
Análise das crenças unicistas da IEVV
Jesus nos é uma pessoa muita amada a quem tributamos honra,
glória e louvor (Apocalipse 5.11-13). Nesses versículos
bíblicos, Jesus, o Cordeiro, recebe com Deus, o Pai, adoração
de todos os anjos do céu.
E olhei, e ouvi a voz de muitas anjos ao redor do trono, e dos
animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões
de milhões, e milhares de milhares, que com grande voz diziam:
Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e
riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória,
e ações de graças. E ouvi a toda a criatura
que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e
que está no mar, e a todas as coisas que neles há,
dizer: Ao que está assentado sobre o trono (Deus, o Pai),
e ao Cordeiro (Jesus Cristo, o Filho), sejam dadas ações
de graças, e honra, e glória, e poder para todo o
sempre.
Inquestionavelmente, aceitamos que Jesus é verdadeiramente
Deus e verdadeiramente homem, com apoio de Cl 2.9, que diz: Porque
nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Duas naturezas
– a divina (Jo 1.1) e a humana (Jo 1.14) e uma só pessoa.
Paralelamente, afirmamos com l João 5.20, que o Filho de
Deus é vindo e nos deu entendimento para conhecermos o que
é verdadeiro, e no que é verdadeiro estamos, isto
é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro
Deus e a vida eterna. Mas a IEVV não crê assim, como
vemos na sua declaração de fé exposta: coloca
o Pai e o Filho como personificações e não
como personalidades distintas na Trindade.
Personificação ou Personalidade
Que uma pessoa sem muito conhecimento bíblico confunda personificação
com personalidade é desculpável. Mas é lamentável
que um teólogo que sai em defesa de suas convicções
doutrinárias ignore esses princípios elementares do
significado das palavras. Tal circunstância leva confusão
às hostes evangélicas de todo o Brasil, onde o Conjunto
Voz da Verdade é muito apreciado.
a) Pai – Personalidade ou Natureza Divina?
Assim, a IEVV identifica o Pai como apenas um título. Um
título usado para se referir à natureza divina de
Jesus. Quando na Bíblia se lê sobre o Filho, essa palavra
se relaciona apenas com a natureza humana de Jesus, negando sua
préexistência como Filho.
Então, o que seria o Pai? O Pai é a natureza divina
de Jesus. O Pai não existe como pessoa espiritual. Não
se pode perguntar, Quem é o Pai? porque o Pai não
é uma pessoa. É apenas a natureza divina de Jesus.
O Pai é algo. Pai – dizem – é apenas um
título, e não uma personalidade.
b) Filho – Personalidade ou Natureza Humana?
Quem seria o Filho? O Filho não é ninguém,
mas é algo: a natureza humana de Jesus. Logo o Filho, como
pessoa espiritual, nunca existiu. Jesus, como Filho de Deus passou
a existir só depois do seu nascimento em Belém de
Judá, pois Filho é apenas a natureza humana de Jesus.
Isso na compreensão dos membros do Conjunto Voz da Verdade.
Isso é tão grave, tão herético que
em l João 2.22 b lemos: É o anticristo esse mesmo
que nega o Pai e o Filho.
c) Espírito Santo – Pessoa Própria
ou o Pai?
A Bíblia mostra a personalidade do Espírito Santo
e não que o Espírito Santo é o Pai. Sua personalidade
é demonstrada pelos atributos de pessoa que possui: a) inteligência
(1 Co 2.10); vontade própria (1 Co 12.11) e sensibilidade
ou emoção (Ef 4.30). Pode-se afirmar que uma pessoa
é alguém que, quando fala, diz: EU; quando alguém
se dirige a ela, diz: TU; e quando se fala dela se diz: ELA Isso
se vê do Espírito Santo em:
E eu (Jesus) rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador
(o Espírito Santo), para que fique convosco para sempre.
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai (Ele)
enviará em meu nome (eu), esse vos ensinará todas
as coisas; e vos fará (Ele) lembrar de tudo quanto (eu, Jesus)
vos tenho dito (Jo 14.26).
Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito:
Estão aí dois homens que te procuram; levanta-te,
pois, desce e vai com eles nada duvidando; porque EU os enviei.
(At 10.19,20). Além disso, o Espírito Santo exerce
atividades pessoais, tais como: a) ele ensina os crentes (Jo 14.26)
b) ele testifica de Cristo ( Jo 15.26); c) ele guia em toda a verdade
( Jo 16.13); d) ele glorifica a Jesus ( Jo 16.14); f) ele intercede
pelos santos (Rm 8.26).
Natureza x Personalidade
Os unicistas confundem natureza com personalidade. Natureza é
a essência ou condição própria de um
ser. O Pai é uma pessoa espiritual e sua natureza é
absolutamente divina. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus
Cristo... (1Pe 1.3) Personalidade é individualidade consciente.
Personalidade indica um ser que tem inteligência, vontade
própria e sensibilidade. O Pai é uma pessoa espiritual,
com vontade própria (Rm 12.1-2). Assim como o Espírito
Santo, que tem vontade própria (1 Coríntios 12.11);
inteligência (1 Coríntios 2.11); e sensibilidade (Efésios
4.30).
A quem foi paga a nossa Redenção
A quem Cristo pagou o resgate? Se for negada a doutrina ortodoxa
da Trindade (negando-se uma distinção entre as Pessoas
da Deidade, conforme quer o modalismo), Cristo teria de ter pago
o resgate ou à raça humana ou a Satanás. Posto
que a humanidade está morta em transgressões e em
pecados (Ef 2.1), nenhum ser humano teria o direito de exigir que
o Cristo lhe pagasse resgate. Sobraria, portanto, Satanás.
Nós, porém, nada devemos a Satanás. E a idéia
de Satanás exigir resgate pela humanidade é blasfêmia,
por causa das implicações. Ao contrário: o
resgate foi pago ao Deus Trino e Uno para satisfazer as plenas reivindicações
da justiça divina contra o pecador caído. E andai
em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si
mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro
suave(Ef 5.2).
Embora mereçamos o castigo decorrente da justiça
de Deus (Rm 6.23), somos justificados pela graça mediante
a fé em Jesus Cristo somente, e é o que alguns têm
sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas
haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito
do nosso Deus. (1 Co 6.11). Fica claro que a doutrina essencial
da expiação vicária, na qual Cristo carregou
nossos pecados na sua morte, depende do conceito trinitariano. O
unicismo subverte o conceito bíblico da morte penal e vicária
de Cristo como satisfação da justiça de Deus
e, em última análise, anula a obra da cruz. (Teologia
Sistemática, p. 280, CPAD, la. Edição/1996)
A Bíblia – livro cristocêntrico
Que a Bíblia fala de uma pessoa central e que a Bíblia
é um livro cristocêntrico, não há dúvida.
Que há um só Deus e que o primeiro mandamento proíbe
a existência de outros deuses, nenhum cristão nega.
Não terás outros deuses diante de mim (Dt 5.7).
Agora, dizer que há uma só pessoa na Divindade, não.
Tanto é assim que a primeira vez que aparece a palavra Deus
na Bíblia é em Gênesis 1.1, que se lê:
No princípio criou Deus (Elohim) os céus e a terra.
A palavra Elohim aparece cerca de 2.500 vezes nas Escrituras Hebraicas
e indica pluralidade em unidade. Pluralidade de pessoas e unidade
de natureza. Que outra maneira haveria de explicar-se o emprego
dessa palavra senão para indicar a pluralidade de pessoas
nesse único Deus?
Acresce de importância quando se sabe que existe uma palavra
Eloah para referir-se a Deus de modo singular. O uso de Elohim,
com referência à Trindade se torna mais acentuado pela
fato de que a palavra se usa algumas vezes em concordância
com verbos e pronomes no plural, enfatizando-se a forma plural da
palavra. A Palavra Trindade – reconhecemos – não
é encontrada na Bíblia, mas a doutrina da Trindade
é evidente através da Bíblia.
Uso de palavras não bíblicas
Freqüentemente os unicistas desafiam para provar que se mostre
na Bíblia a palavra Trindade, alegando que tal palavra não
se encontra na Bíblia. Ora, por que os unicistas também
se utilizam de palavras que não se encontram na Bíblia?
Os unicistas se utilizam de palavras como manifestações,
modos do Pai, Filho e Espírito Santo, quando tais palavras
não se encontram na Bíblia.
Seus livros estão cheios de expressões como Paternidade
de Cristo, o Deus homem.
O significado de Pai e Filho na divindade
Os unicistas afirmam que se a doutrina da Trindade for aceita isto
conduz a uma absurda conclusão de Jesus ter dois pais divinos,
pois a Bíblia afirma que Jesus foi concebido pelo Espírito
Santo (Lc 1.35) e ainda ser chamado Filho de Deus. Como poderia
Jesus ser chamado Filho de Deus e ao mesmo tempo ser gerado pelo
Espírito Santo? Como poderia, perguntam, a segunda pessoa
da Trindade ser gerada pela terceira Pessoa da Trindade? Esse argumento
é igual ao usado pelos mórmons quando falam da Trindade.
Só que os mórmons admitem uma mãe celestial
e que o Pai celestial desceu do céu com um corpo de carne
e ossos e gerou de Maria a Jesus, retornando ao céu. Quando
a Bíblia fala sobre o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo (Ef
1.2-3) e Jesus como Filho de Deus não está expressando
que Deus foi literalmente o progenitor de Jesus, ou de Jesus como
sendo de literal progênie de Deus Pai. Tal conceito leva a
admitir que Deus tem características sexuais humanas. Tal
admissão é encontrada em mitologias pagãs,
mas completamente estranha à revelação bíblica.
Quando nós, com base nas Escrituras, chamamos a Deus de
Pai e Jesus de o Filho estamos falando simbolicamente e não
literalmente. Estamos dizendo que o relacionamento amoroso que existe
entre Deus e Jesus é semelhante ao amor de um pai para com
o seu filho, mas sem as características que existem no relacionamento
entre pai e filho, fisicamente falando. Quando entendemos isso,
não vemos problemas em afirmar que aquele que criou o corpo
humano de Jesus foi o Espírito Santo (Jo 1.14), muito embora
o Pai e o Espírito Santo sejam pessoas distintas na divindade.
Alguns exemplos:
1. Gênesis 1.26: E disse Deus: Façamos o homem à
nossa imagem, conforme a nossa semelhança.
Nota: O uso da forma verbal façamos e do pronome nossa é
revelador do sentido de que Elohim serve para indicar a pluralidade
de pessoas.
2. Gênesis 3.22: Então, disse o Senhor: Eis que o
homem é como um de nós...
Nota: O uso do pronome plural “nós” indica pluralidade
de pessoas.
3. Gênesis 11.7: Eia, desçamos e confundamos ali a
sua língua...
Nota: Os verbos desçamos e confundamos na primeira pessoa
do plural indicam pluralidade de pessoas.
Heresias: sim ou não?
Se algum leitor puder declarar que não é heresia
afirmar que a doutrina da Trindade é Teoria religiosa de
intenção carnal e diabólica com o sentido de
alimentar uma ilusão de Satanás que teve a pretensão
de pluralizar a plenitude da divindade, conforme diz a IEVV, que
continue a convidar o Conjunto Voz da Verdade para abrilhantar suas
festividades, mas por favor: renuncie a sua condição
de cristão ortodoxo. Se o leitor conhece a Bíblia,
então está capacitado para julgar essa questão.
Que uma pessoa sem muito conhecimento bíblico confunda personificação
com personalidade é desculpável. Mas é lamentável
que um teólogo que sai em defesa de suas convicções
doutrinárias ignore esses princípios elementares do
significado das palavras.
Isso é tão grave, tão herético que
em l João 2.22 b lemos: É o anti-cristo esse mesmo
que nega o Pai e o Filho
A palavra Elohim aparece cerca de 2.500 vezes nas Escrituras Hebraicas
e indica pluralidade em unidade. Pluralidade de pessoas e unidade
de natureza.
Declarações comprometedoras
Alguns Pontos contraditórios na “Instrução
Inicial Pró-batismo”, preparada pelo pastor Francisco
F. Santos Filho. Rio 6/6/85
1. Aos que são batizados nas igrejas cujo batismo é
na tradição dos títulos, esses batismos são
considerados válidos?
Resposta:
São considerados com valor religioso, mas não têm
valor bíblico algum ( Ef 4.5), pois são um tipo de
batismo forjado pelo homem.
Refutação bíblica:
Considerando, como provamos, que o Pai, o Filho e o Espírito
Santo são pessoas distintas e não meramente títulos,
o batismo trinitário celebrado com base em Mt 28.19 é
bíblico. Basta considerar: Quando lemos as palavras de Jesus,
“...batizando-os em nome do Pai...” entendemos a personalidade
do Pai e não a natureza divina de Jesus; quando lemos as
palavras de Jesus “... e do Filho...”entendemos a personalidade
do Filho e não a natureza humana de Jesus; e quando lemos
“... e do Espírito Santo...” entendemos a personalidade
do Espírito Santo, fica claro que se tratam de três
Pessoas distintas e não três títulos como erroneamente
interpreta o líder da IEVV.
2. Por que o batismo tradicional religioso não tem
valor bíblico?
Resposta:
Porque o tal batismo não invoca o nome de Jesus, e se o
Nome de Jesus é omitido, não é para perdão
e remissão de pecados (Lc 24.47, Cl 3.17). “... eles
batizavam invocando o nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo que é JESUS.” Conclusão: Somente é
considerado batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo, quando no ato do batismo se invoca o NOME: JESUS
Refutação bíblica:
Quatro erros doutrinários estão declarados:
O batismo não invoca o nome de Jesus;
Batismo para perdão e remissão de pecados;
Eles batizavam invocando o nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo que é JESUS. O batismo nunca foi realizado em nome
de Jesus apenas. Em At 2.38 se lê que a autoridade para ministrar
o batismo fora dada por Jesus e assim o batismo se realizava pela
autoridade dele, na conformidade de Mt 28.19, ou seja “...
em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Três
Pessoas distintas da mesma natureza divina.
Batismo não é realizado para perdão
e remissão de pecados.
A Bíblia enfatiza a humanidade de Jesus (Jo 1.14; 1 Jo 4.1-3)
ressaltando que é o sangue de Jesus que nos purifica de todo
o pecado (1 Jo 1.7,9; Ap 1.5) e não a água do batismo.
Crer em batismo regeneracional é fazer do batismo um sacramento
como o dogma da Igreja Católica. Recomenda a Igreja Católica
o batismo para a salvação chegando ao cúmulo
de afirmar que a criança que morre sem batismo vai para um
lugar imaginário chamado Limbo. Em At 10.44 lemos: “Ainda
Pedro falava estas cousas quando caiu o Espírito Santo sobre
todos os que ouviam a palavra”. Sabemos que o mundo não
pode receber o batismo no Espírito Santo (Jo 14.17). Como
poderiam então os ouvintes da casa de Cornélio receber
o batismo com o Espírito Santo se não fossem salvos
por não terem sido batizados nas águas? Batismo nas
águas é uma ordenança para as pessoas salvas
e não para serem salvas (At 10.48).
3. Muito bem! O batismo corretamente bíblico é
de fato em nome de Jesus. Mas qual é a importância
do batismo na vida da pessoa?
Resposta:
Através deste ato a pessoa enterra seu velho homem (velho
ego) ao mergulhar seus pecados nas águas do batismo para
renascer para Deus...
Refutação bíblica:
Lemos que Jesus pregou arrependimento e fé (Mc 1.15). Paulo
pregou ao carcereiro que ele podia ser salvo se viesse a crer em
Jesus (At 16.30-31). Pregou mais em Rm 10.9-10,13 que a salvação
se consuma no ato de crer com o coração e confissão
com os lábios. Nessa ocasião se dá a morte
da velha natureza e o surgimento da nova (2 Co 5.17).
4. Afinal, que devo fazer para ser batizado? ...
Resposta:
Crer no NOME DE ‘JESUS’ como único Deus.
Refutação bíblica:
Devemos crer no nome de Jesus para sermos salvos (At 16.30,31)
e ser batizado em nome da Trindade (Mt 28.19). Jesus é a
segunda pessoa da Trindade, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro.
...e o Verbo era Deus. (Jo 1.1); Respondeu-lhe Tomé: Senhor
meu e Deus meu! (Jo 20.28) Deus é uma palavra polissêmica
que se emprega para o Pai (Ef 1.3), para o Filho (1 Jo 5.20) e para
o Espírito Santo (At 5.3,4). Deus em Gn 1.1 No princípio
criou Deus (Elohim) o céu e a Terra. Isso é repetido
em Gn 1.26 quando o verbo “Façamos” e o pronome
“nossa” aparecem no plural indicando uma pluralidade
de pessoas.
5. Jesus é o nome próprio do Criador Soberano
e Supremo que popularmente é conhecido pelo título
apenas, que é Deus; mas nem sempre este título designa
o Criador Soberano e Supremo; assim sendo a Bíblia deixa
claro que também o título Eloah, Jeová, Eloi,
Deus etc., são palavras que designam os títulos do
Espírito Santo, que tem título de Pai, também
tem o título de Filho do homem porque se fez carne.
Refutação bíblica:
Como é possível que pessoas tão despreparadas
venham argumentar sobre aquilo que desconhecem? O nome Jesus foi
dado quando o Filho de Deus se fez carne. Ela dará à
luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará
o seu povo dos pecados deles (Mt 1.21). Jesus é o nome humano
de Jesus dado pelo anjo Gabriel a Maria: Eis que conceberás
e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo
nome de Jesus (Lc 1.21).
6. Resumindo, concluímos que o Cristo de
Deus, é o corpo que Deus moldou no ventre da virgem para
comportar a plenitude da divindade... o corpo de Jesus Cristo é
a parte física do Espírito Santo, que se fez filho
para processar transfusão de sangue limpo e imaculado em
nós para nos purificar interiormente e nos fazer filhos também...
Refutação bíblica:
Quem pode entender tal barafunda: “o corpo de Jesus Cristo
é a parte física do Espírito Santo, que se
fez filho para processar transfusão de sangue limpo e imaculado
em nós para nos purificar e nos fazer filhos também.
Sabemos pela Bíblia que o Jesus, sendo Deus e Criador de
todas as coisas (Jo 1.1-3) se fez carne (Jo 1.14) mas desconhecíamos
que o Espírito Santo fosse a parte física de Jesus.
Se o Espírito Santo fosse a parte física de Jesus,
quando o Espírito Santo desceu sobre os cristãos no
dia de Pentecostes (At 2.1-4) então se deu a volta de Jesus.
Entretanto, sabemos que o Espírito Santo veio em decorrência
da exaltação de Jesus sentado à destra do Pai
(At 2.23) e não que o Espírito Santo fosse o próprio
Jesus.
6a.Observação:
A Bíblia nos alerta quanto à quantidade variada de
deuses... Portanto é na própria Bíblia onde
encontramos a afirmação que não há trindade
ou variedade de deuses... pois jamais o Senhor permitiria sociedade
em sua divindade.
Refutação bíblica:
Cremos na existência de um só Deus eternamente subsistente
em três Pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo
(Gn 1.26 comparado com Mt 28.19) Não somos triteístas.
Somos monoteístas (Is 43.10: 44.6 comparado com Ap 1.17;
48.12).
7. Qual é o significado da palavra trindade?
Resposta:
Teoria religiosa de intenção carnal e diabólica
com o sentido de alimentar uma ilusão de satanás que
teve a pretensão de pluralizar a plenitude da divindade.
Decreto religioso por parte do clero no Conselho de Nicéia
no ano 325 dC.
Refutação bíblica:
Se lêssemos essas palavras de uma testemunha de Jeová,
entenderíamos essa linguagem sarcástica e blasfema.
Mas um dirigente de uma igreja que se diz evangélica, é
para se crer que a abominação de que falou o profeta
Daniel estar no lugar santo tem o seu cumprimento (Mt 24.15) O Concílio
de Nicéia em 325 AD reconheceu a deidade absoluta de Jesus,
contestando a doutrina de Ário, que ensinava ser Jesus um
ser híbrido entre Deus e anjo como hoje proclamam as testemunhas
de Jeová, que consideram Jesus como o arcanjo Miguel.
Diz o Credo de Nicéia: Cremos... em um só Senhor
Jesus Cristo, o Filho de Deus, gerado pelo Pai, unigênito,
isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, luz de
Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro...
8. Seriam três classificações então?
E como entendê-las?
Resposta:
Não se trata de três classificações,
mas sim três manifestações. Exemplo Pai, Filho
e Espírito Santo, são três formas de manifestações
de Deus e não três seres celestiais distintos ou três
Deuses.
Quando a Bíblia se refere a Deus, está falando no
Espírito Santo que é o Pai.
Deus manifestou como Pai, por ocasião da criação,
muito embora Deus só foi registrado na Bíblia como
Pai, na pessoa do Filho. Portanto, Jesus tanto é o Pai como
é o Filho... Antes da manifestação de Jesus
como homem, não havia Filho de Deus (somente anjos eram tidos
como filhos de Deus)...
Manifestou-se como Filho, pelo fato de haver tomado forma humana
e nasceu
Refutação bíblica:
Os trinitários não negam a deidade absoluta de Jesus,
que integra a Deidade Trina do Pai, do Filho e do Espírito
Santo.
9. Jesus pode ser o Pai e também o Filho?
Resposta:
É muito lógico que sim, pois Ele é Deus...
Refutação bíblica:
Jesus não é o Pai, pois ensinou a orar: “Pai
nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu
nome”(Mt 6.9). Jesus estava na terra e o Pai estava no céu.
No batismo de Jesus, ao sair das águas, ouviu-se uma voz
do céu que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem
me comprazo. (Mt 3.16-17). Perguntamos: quem falava do céu,
enquanto Jesus saía das águas? Era Jesus dado ao ventriloquismo?
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=276
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