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EG White e a Legalidade do Corpo de Moisés

Por   /  16 de abril de 2021  /  Sem comentários

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EG White é a pena inspirada da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Olha só o que a claudicante profetisa falou sobre a suposta “legalidade” que o diabo teria sobre o corpo de Moisés:

“Miguel, ou Cristo, com os anjos que sepultaram Moisés, desceram do Céu, depois de ter ele permanecido na sepultura um breve tempo, ressuscitaram-no e o levaram para o Céu. Quando Cristo e os anjos Se aproximaram da sepultura, Satanás e seus anjos surgiram junto dela e ficaram a guardar o corpo de Moisés, para que não fosse removido. Quando Cristo e Seus anjos chegaram perto, Satanás resistiu a sua aproximação, mas foi compelido, pela glória e poder de Cristo e Seu anjos, a voltar atrás. Satanás reclamou o corpo de Moisés, POR CAUSA DE SUA ÚNICA TRANSGRESSÃO; porém Cristo o remeteu mansamente a Seu Pai, dizendo: “O Senhor te repreenda.” Jud. 9… Então Cristo ressuscitou o corpo de Moisés, que Satanás estivera requerendo. Por ocasião da transfiguração de Cristo, Moisés e Elias, que tinham sido traslados, foram enviados para conversar com Cristo quanto a Seus sofrimentos, e para serem os portadores da glória de Deus a Seu amado Filho” (História da Redenção, pgs. 173, 174.).

Noutra parte, declara: “NÃO HOUVESSE A VIDA DE MOISÉS SIDO MACULADA POR AQUELE ÚNICO PECADO, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Cades, e teria entrado na Terra Prometida, e SERIA TRASLADADO PARA O CÉU SEM VER A MORTE. Mas não ficou muito tempo no túmulo. O próprio Cristo, com os anjos que sepultaram a Moisés, desceu do Céu para chamar o santo que dormia. […] EM CONSEQUÊNCIA DO PECADO, MOISÉS VIERA SOB O PODER DE SATANÁS. Em seus próprios méritos era o legítimo cativo da morte; mas foi ressurgido para a vida imortal, MANTENDO ESTE TÍTUTLO EM NOME DO REDENTOR. Moisés saiu do túmulo glorificado, e ascendeu com seu Libertador à cidade de Deus” (Patriarcas e Profetas, pgs. 478/479).

Por essas declarações, parece que essa suposta LEGALIDADE do diabo, sobre o corpo de Moisés, está relacionada ao pecado que Moisés havia cometido em Cades, no incidente em que os israelitas reclamaram da falta de água.   Segundo EG White, se Moisés não tivesse cometido aquele deslize,  ele sequer teria passado pela morte, mas teria sido arrebatado diretamente ao céus. (Não me pergunte como que EGW ficou sabendo que Moisés, caso não tivesse cometido aquele pecado, teria ascendido diretamente ao céu, sem ter passado pela morte!)

Desenvolvendo, ainda mais, essa tese maluca de sua profetisa, alguns adventistas (como Leandro Quadros, por exemplo) dizem que, embora Moisés tivesse sido ressuscitado num CORPO GLORIFICADO — ou seja, IMORTAL — ele corria o risco (pasmem!) de morrer novamente, caso Jesus tivesse fracassado em Sua obra de redenção. Ou seja, Moisés foi para o Céu; contudo, sua ida para lá foi dada por meio de uma LIMINAR, usando uma linguagem jurídica.

Enfim, para resumir essa história: para os adventistas, na contenda com o diabo pelo corpo de Moisés (Jd 9), o “arcanjo Jesus” apenas ganhou, liminarmente, o direito de ressuscitá-lo, de modo que a situação do Moisés glorificado, no céu, ficou em aberto, incerta por milhares de anos. Essa decisão liminar só teve o seu mérito julgado séculos depois, no dia em que Jesus ressuscitou, dando a Moisés, finalmente, o direito de morar no céu, para sempre… Vai ter uma mente criativa assim lá nos quintos dos infernos!

Paulo Sérgio de Araújo, via zap

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  • Publicado: 3 semanas atrás em 16 de abril de 2021
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  • Última modificação: abril 16, 2021 @ 9:40 am
  • Arquivado em: Adventismo

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