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Existe algum vestígio da arca de Noé?

Por   /  18 de novembro de 2020  /  Sem comentários

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A uma altura de aproximada­mente 427 metros no monte Ararate, na Turquia, existe uma grande estrutura com a aparên­cia de um barco, sepultada sob muitos metros de neve e gelo. Di­versos exploradores e historiado­res de várias civilizações, a par­tir de 700 a.C., têm registrado os relatos da existência de uma re­presentação em forma de barco no cume do monte Ararate. A única fonte histórica que pode identificar este artefato é o livro bíblico de Gênesis, que mencio­na um grande barco “nas monta­nhas de Ararate”.

Ao considerar os fatos acima, é possível construir um bom ar­gumento a favor da existência da arca, com base na prova circuns­tancial. Embora não seja absolu­tamente conclusiva, a evidência é muito significativa. O fato pa­tente é que existe alguma coisa lá em cima. E o que quer que seja, tem milhares de anos de ida­de, é enorme, feito de madeira e à mão. Se não é a arca de Noé, o que será então? Essa pergunta tem de ser feita. Contudo, não baseamos nossa fé na possibilida­de de provas físicas existirem ou não. Ainda que seja resolvida essa dúvida e constatado definitiva­mente que a figura refere-se à arca de Noé, isso não irá produ­zir, necessariamente, fé cristã.

Ponderemos alguns testemu­nhos: Em 1902, um jovem armênio subiu ao monte Ararate e viu o artefato. Em 1916, uma patrulha russa relatou o mesmo fato. O explorador Hardwicke Knight encontrou na década de 1930 uma estrutura retangular de madeira no gelo de Ararate. Em 1952, uma forma parecida com um barco, projetando-se do gelo, fotografada pelo engenheiro George Jefferson Greene. Ele usou um helicóptero na expedição. Em duas expedições o explorador francês, Fernand Navarra, vê sob o gelo glacial no Ararateuma uma forma de barco com as dimensões da arca, isso em 1952, e mais tarde, em 1955, consegue obter alguns pedaços da sua madeira que é, com certeza, trabalhada à mão, aparentemente revestida de betume (piche), e datando de pelo menos cinco mil anos. As narrativas de Navarra se encontram em dois volumes L’Expedition au Mont Ararat; J’al trouve l’Arche de Noe.

FONTE: REVISTA “DEFESA DA FÉ” ANO 4 – N°24

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