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HALLOWEEN E O VÍNCULO COM O OCULTISMO

Por   /  31 de outubro de 2023  /  Sem comentários

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Uma das principais tradições e das mais conhecidas, a careta esculpida na abóbora (previamente retirado o miolo), com uma vela acesa no interior, origina-se de uma lenda envolvendo um tal Jack e simboliza a alma penada, sem descanso, que vagueia pela imensidão do cosmo. Diz a tradição que os celtas esculpiam a careta em nabos para iluminar os caminhos dos espíritos. A abóbora seria a lanterna de Jack para clarear sua jornada, livrando-o dos ataques sobrenaturais, uma vez que ele estaria penando no espaço, sem guarida no céu ou no castigo do inferno. Uma outra tradição informa que, acender velas no interior das abóboras dentro de casa, significava que seus ocupantes eram solidários a Satanás e receberiam misericórdia dos espíritos e dos “Trick or Treat”.

Os gatos pretos estão presentes no “Halloween” moderno, mas a crença de que podem ser espíritos de pessoas más encarnadas, vem dos tempos dos druidas. Com esse reforço do sobrenatural, os gatos ganhavam superpoderes e grande conhecimento. O que ninguém entende e a tradição não explica é o que os gatos faziam com o conhecimento. Mudando de gatos para máscaras, elas sempre foram sinônimo de ocultismo, tanto em adiantadas civilizações como nas culturas rudimentares. As máscaras (do grego persona), serviam para esconder a verdadeira identidade dos atores nos teatros da antiga Grécia.

Foram, ao longo da história, instrumentos de identificação em diversos rituais animistas, desde os povos primitivos da Mesopotâmia até às diversas tribos do continente africano, passando pela pré-história americana. As comidas sempre estiveram presentes nos rituais ocultistas, não só como oferenda aos deuses, mas também como objetos para a predição do futuro, castanhas, avelãs, entranhas de aves e animais, fígado de bovinos, diversos tipos de chás, maçãs e outros tantos alimentos de uma lista infindável, presentes nos rituais de magia-negra e similares.

A busca do oculto e o desejo de controlar o sobrenatural foi sempre uma constante na vida do homem desde os primórdios da história. Nos tempos modernos, entretanto, esse fascínio pelo desconhecido torna-se ameaça ainda maior para a saúde espiritual do povo em função da parca religiosidade observada entre a civilização atual, cuja crença apenas arranha o grande receptáculo dos conhecimentos de Deus e da sua misericórdia. O “Halloween” é uma dessas ameaças e preocupa porque há uma tendência de crescimento da sua prática, espalhando-se pelo mundo. Formas religiosas embasadas no ocultismo são abomináveis a Deus porque buscam respostas para os anseios humanos em fontes estranhas, desviando o homem do verdadeiro propósito para o qual foi criado, o de glorificar e enaltecer o nome santo de Deus, Criador de todas as coisas e único digno de toda adoração.

FUJA DO MAL

O mundo está cheio de lixo espiritual, livremente circulando pelos quatro cantos da terra. Nem acaba uma onda, já vem outra. São jogos de adivinhação, copo móvel, taboa de oija, Nova Era, RPG, gótica, filmes e tanta tranqueira que confunde até o crente que está firme na Palavra de Deus. No Brasil chegou o “Halloween”, como se já não bastasse o que tem por aqui. Já se pode observar, no Dia das Bruxas, crianças pequeninas vestidas de negro, com chapéus pontiagudos, todas faceiras, na mais sagrada inocência. As escolas incentivam, promovem a festa. Também, nesse “brasilsao” de meu Deus, onde poucos leem, as trevas espirituais se adensam e a ignorância das coisas do espírito é uma herança dos tempos coloniais em que as mentes eram aprisionadas pelo poder dominante. A cultura era ditada da Europa pela nobreza acantonada nos castelos, longe dos reclamos e necessidades da plebe ignara.

Meu leitor, não importa a denominação que você é, há de convir que falta sensatez à maioria do povo, enganado, injuriado, vilipendiado, ultrajado desde o descobrimento dessa terra gentil, com pouquíssimas oportunidades de escolha. Agora, 500 anos depois, empurram- se goela abaixo dos cidadãos desavisados culturas religiosas orientais e de outros locais, como se não bastasse a confusão de crenças nativas que aqui temos. Não se deixe levar pelos modismos suspeitos, não participe e nem deixe seus filhos participarem dessas festas esquisitas que poucos sabem de onde vieram. Denuncie se houver insistência, a Constituição brasileira garante a liberdade de culto e você não precisa compactuar com esse cristianismo paganizado que aí está, promovendo a idolatria e afastando-se cada vez mais da verdade da Palavra de Deus.

Fonte: Livro – Festas Populares e suas origens/S.V.Milton, 182p. – Série Conhecer – Curitiba: A.D. SANTOS EDITORA, 2002

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  • Publicado: 9 meses atrás em 31 de outubro de 2023
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  • Última modificação: outubro 31, 2023 @ 11:24 am
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