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O Novo Testamento e a Arqueologia

Por   /  7 de setembro de 2019  /  Sem comentários

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A Arqueologia pode ser imensamente útil para confirmar os registros históricos. Considere a descoberta do Ossuário de Caifás (caixa de ossos) fora de Jerusalém em 1990. Esse artefato guarda os ossos de “Yehosef bar Kayafa,” traduzido como “José, filho de Caifás”. Escavações verificaram as piscinas de Betesda (João 5.1-15) e Siloé (João 9.1-11). Betesda é especialmente relevante desde que os críticos duvidaram da precisão de João. Somente mais tarde, encontraram sua descrição correspondendo aos detalhes. Similarmente, em 1961, uma equipe de arqueólogos italianos, trabalhando em um teatro em Cesareia Marítima, encontrou o que agora é conhecido como a “Pedra de Pilatos”. Ela menciona Tibério e inclui uma inscrição descrevendo Pilatos como o Prefeito da Judeia. Existem quase vinte pessoas diferentes mencionadas nos Evangelhos, tanto confirmadas pela arqueologia, quanto citadas por escritores não cristãos. Craig Blomberg estima quase sessenta detalhes históricos no Evangelho de João. Obviamente, essas descobertas falam pela veracidade dos evangelhos (MALONE & ADAMS, 2010).

By Walson Sales.

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