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Os cristãos devem meditar?

Por   /  5 de fevereiro de 2018  /  Sem comentários

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Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Sl 1.2

Davi declarou nessa passagem que devemos “meditar de dia e de noite”, como defendem as seitas orientais e o Movimento da Nova Era.

RESPOSTA APOLOGÉTICA: Existe uma diferença significativa entre a meditação cristã e a meditação mística, e obviamente Davi não se referia à “meditação transcendental”, que está associada às religiões orientais (Budismo, Hinduísmo etc.) e às que fazem parte do arcabouço do Movimento da Nova Era, todas elas contrárias ao Cristianismo. O objetivo cristão na meditação é a comunhão com Deus e a reflexão das verdades divinas, e não a busca pelo “eu interior”, e o meio utilizado é a Palavra de Deus, não mantras e relaxamentos (Is. 26.3; Cl. 3.1-4; Fp. 4.8). Vejamos as diferenças:

 

MEDITAÇÃO CRISTIANISMO RELIGIÕES ORIENTAIS
Objeto Alguém (Deus) Nada (vazio)
Propósito Adoração a Deus Fusão com Deus
Meios Revelação divina Intuição humana
Campo de ação Através da razão Além da razão
Poder Pela graça de Deus Pelo esforço humano
Experiência Realidade objetiva Puramente subjetiva
Estado imediato Concentração Relaxamento

 

Uma coisa é esvaziar a mente de alguém para que medite em nada, outra coisa é preencher o pensamento de uma pessoa com a Palavra de Deus, para que esta passe a meditar no Deus vivo. Davi disse que meditava na “lei” de Deus — na Palavra, e não no vazio. O propósito dele era uma comunhão espiritual com Yahweh, e não uma união mística com o Brahma, com o Tao, ou com qualquer outro “mestre cósmico”.

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Fonte: Resposta Às Seitas, Norman L. Geisler e Ron Rhodes, CPAD, 2000 – Texto compilado e adaptado pelo Pr. Edison Miranda da Silva. Bíblia Apologética, ICP, 2000.

 

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