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Por que os cristãos fazem culto no domingo?

Por   /  19 de agosto de 2015  /  Sem comentários

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Por que os cristãos fazem culto no domingo e não no sábado?

Embora algumas seitas cristãs acusem o culto de domingo como sendo “a marca da besta” no fim dos tempos, existem boas razões porque milhões de cristãos de reúnem no primeiro dia da semana para o culto.

Primeiro, para relembrar a ressurreição de Cristo, a Igreja Primitiva mudou o dia de culto de sábado para domingo. Em algumas semanas, milhares de judeus de boa vontade desistiram de uma tradição teológica que lhes dava a identidade nacional. O próprio Deus forneceu à Igreja Primitiva um novo padrão de culto por meio da ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana, bem como o derramamento do Espírito Santo no domingo de Pentecostes.

Além disso, a Escritura nos dá as razões por trás do símbolo do sábado. Em Gênesis, o sábado era uma celebração da obra de Deus na Criação (Gênesis 2.2-3; Êxodo 20.11). Depois do êxodo, o sábado expandiu para uma celebração do livramento realizado por Deus da opressão no Egito (Deuteronômio 5.15). Como um resultado da ressurreição, a ênfase no sábado mudou mais uma vez. Ele tornou-se uma celebração do “descanso” que temos em Cristo, que nos livra do pecado e da morte (Hebreus 4.1-11). Para a igreja cristã que estava se desenvolvendo, a cilada mais perigosa era falhar no reconhecimento de que Jesus era e ssência que preenchia o símbolo do sábado.

No fim, ritos religiosos inevitavelmente devem submeter-se às realidades redentoras. Finalmente, se você insiste em ficar ligado como escravo às leis do Antigo Testamento, também deve ser avisado que falhar em manter a letra da lei pode ser perigoso para sua saúde. Conforme a lei mosaica, quem fizesse qualquer tipo de trabalho no sábado morreria (Êxodo 35.2). Como o apóstolo Paulo explica, porém “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (Gálatas 3.13). O sábado era “sombra” do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo. No fim, ritos religio­sos inevitavelmente devem submeter-se às realidades reden­toras.

“Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou com relação a alguma festividade religiosa, ou a celebração das luas novas ou dos dias de sábado. Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo” (Colossenses 2.16-17 NVI).

  1. HANK HANEGRAAFF
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