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Cuidado com certos Leões

Por   /  30 de junho de 2021  /  Sem comentários

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Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8).

Esse versículo compara Satanás, o inimigo do ser humano, a um leão que rosna e devora. Notemos algumas semelhanças entre os dois.

  • O leão ataca quando a vítima menos espera. Satanás ataca e destrói vidas. Ele é tão rápido e silencioso em seus ataques mortais que a pessoa só percebe o que está acontecendo quando é tarde demais. Isso mostra a importância de estudar e conhecer a Palavra de Deus. Ela nos adverte sobre os perigos ao redor. A pessoa que conhece a Bíblia estará sempre atenta às armadilhas de Satanás; geralmente, e tomara que sempre, escapa de todas elas.
  • O leão ataca mesmo quando parece mansinho. Muitas pessoas que trabalham com esses felinos—de funcionários de zoológicos a mágicos de circo — aprenderam de forma dolorosa que não existe isso de leão manso. Nem Satanás nem os pecados que ele usa para nos tentar são inofensivos. O pecado SEMPRE tem seu preço!
  • O leão ataca praticamente todos os animais. Nosso inimigo, Satanás, não ama nem os homens nem as mulheres. Não importa quem somos ou o que fazemos. Nosso inimigo está determinado a destruir o ser humano; se somos cristãos, ele procurará destruir nosso testemunho de forma que sejamos inúteis à causa de Cristo.
  • O leão ataca com mais ferocidade quando arranca sangue. Da mesma forma que o leão, Satanás não tem misericórdia. Quando seus ataques começam a arruinar e destruir uma vida, ele continua até ver tudo no chão. Como um pastor costumava afirmar, “Satanás nos odeia até a morte, e seu plano é destruir tudo o que somos e tudo que nos é precioso”.
  • Os leões são mesmo criaturas perigosas e ferinas. A pessoa sábia se mantém longe deles e de onde eles vivem. A pessoa sábia também se mantém distante de qualquer pecado que Satanás use para prender suas vítimas, e, de modo especial, se mantém longe dos lugares onde o pecado prevalece.

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(Bill Brinkworth)

 

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